terça-feira, 17 de maio de 2016
domingo, 24 de janeiro de 2016
A crônica de estreia de Tio Barnabé
Cultura 10:24

segunda-feira, 5 de outubro de 2015
TCU investiga nomeação de marido de Ideli para posto nos EUA
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
Política, feministas e Dilma, na visão de Pondé.
domingo, 12 de outubro de 2014
Civilizar é preciso.
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
É a estupidez, estúpido!
sexta-feira, 11 de julho de 2014
Dilma consegue o inédito: a possibilidade de reeleição é que é vista como risco de instabilidade
A presidente Dilma Rousseff (PT) está logrando um feito verdadeiramente inédito. Nunca antes na história deste país, a possibilidade de reeleição do governo de turno gerou turbulências no mercado. Acontecia justamente o contrário: era a perspectiva de mudança que gerava intranquilidade. Negociantes, no melhor sentido da palavra, aceitam correr riscos, sim. Mas gostam de regras — e de regras conhecidas. A suspeita de que qualquer coisa pode acontecer e de que tudo é possível tem preço — para baixo.
Copa tem 'vencedores e perdedores' também na economia
Da BBC Brasil en São Paulo
Atualizado em 11 de julho, 2014-05:02 (Brasília) 08:02 GMT
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| Governo prometeu que evento teria grande impacto em termos de renda e emprego |
Mas se o saldo total do torneio ainda é incerto, está cada vez mais evidente que alguns setores devem comemorar a "taça"das vendas, enquanto outros amargarão resultados mais fracos.
Entre os mais beneficiados, segundo o economista Juan Jensen, da Tendências, estão negócios ligados a segmentos de lazer e turismo, como bares e os hotéis das cidades. Ver mais
Desemprego, estatísticas e manipulações
Isto mesmo. Pelos dados oficiais do IBGE, de cada 100 brasileiros em idade de trabalho, 53 trabalham, 3 procuram emprego e não encontram e 44 não trabalham, nem procuram emprego. Segundo a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), 5% estão desempregados nas 12 maiores regiões metropolitanas do país.
Só é considerado desempregado quem procura emprego e não encontra (3%) sobre o total dos que procuraram emprego (56%). Quem não procura (44%), tecnicamente não está desempregado. Esta não é uma manipulação estatística. O mesmo conceito vale no mundo todo. Porém, se a estatística não é manipulada, sua interpretação é. Baseado na baixa taxa de desemprego, o governo sugere que quase todos os brasileiros têm emprego. Na realidade, quase metade (47%) não tem e muitos estão subempregados – sem carteira assinada ou trabalhando menos do que gostariam. Basta uma hora semanal de trabalho assalariado para ser considerado empregado.
Excluindo-se empregados e desempregados, sobram os que só estudam, os aposentados, os pensionistas e os que não querem trabalhar, totalizando 44% da População em Idade Ativa (PIA). Na PME, a PIA considera todos acima de 10 anos. Quem tem menos de 18 anos não deveria trabalhar, mas paradoxalmente, incluí-los na PIA reduz a taxa de desemprego. Os poucos que trabalham aumentam o total de empregados, mas a quase totalidade dos que não trabalham não procura emprego. Por isso, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, também do IBGE, que mede o desemprego em 3,5 mil municípios entre os maiores de 15 anos, aponta uma taxa de 7%, contra 5% da PME. Considerando apenas quem tem de 18 a 65 anos, a taxa de desemprego seria ainda mais alta.
A porcentagem dos que trabalham em relação à PIA no Brasil (53%) é hoje menor do que na maioria dos países da Europa, onde as taxas de desemprego chegam a 5 vezes mais do que aqui.
Pior, o número de empregos tem caído. Nas maiores regiões metropolitanas, há hoje 142 mil empregos menos que há um ano. Por que o desemprego continua caindo, então? Porque mais gente desistiu de procurar emprego do que caiu o número de empregos.
Infelizmente, quem determina a geração de riqueza em um país é o total de pessoas trabalhando, não a taxa de desemprego. Com menos empregos, o crescimento tem sido pífio, mas com menos gente procurando emprego, o desemprego caiu.
Milhões de pessoas deixaram de buscar empregos nos últimos 10 anos por quatro razões. Temos, hoje, dois milhões de estudantes universitários a mais, o que é ótimo. Uma parte deles não trabalha nem busca emprego.
As outras três razões são negativas. A população brasileira está envelhecendo, reduzindo a parcela dos que trabalham e aumentando a dos aposentados. Há ainda os efeitos das políticas do governo. O Bolsa-Família melhora as condições de sobrevivência de milhões de famílias, mas em locais onde os salários são pouco superiores ao benefício, desestimula a busca por emprego. Desde 2004, o número de beneficiários subiu de 6,6 milhões para 14,1 milhões.
Por fim, há a expansão do prazo e valor do seguro-desemprego. Nos últimos 10 anos, o desemprego caiu de 13% para 5%, mas os gastos com abono e seguro desemprego subiram de R$13 bilhões para mais de R$45 bilhões. Quem recebe seguro desemprego e não busca emprego não é considerado desempregado na estatística. Com a ampliação do benefício, mais gente entrou neste grupo.
De um ano para cá, o mercado de trabalho piorou. Há menos empregos e quem procura demora mais para encontrar. Entre os novos empregados, a participação dos que encontraram emprego em menos de 6 meses caiu 8%; já a dos que levaram de 6 meses a um ano subiu 19% e a dos que levaram mais de um ano subiu 36%. Dificuldade em achar emprego leva alguns a deixarem de procurar, reduzindo a taxa desemprego. É o que tem acontecido.
Resumindo, criar condições para que o país volte a criar empregos e estimular os brasileiros a quereremtrabalhar serão dois dos maiores desafios dos próximos anos. (original:
terça-feira, 24 de setembro de 2013
Felipe Guerra celebra seus 50 anos de emancipação
sexta-feira, 15 de março de 2013
Dilma deveria ouvir mais e aceitar sugestões de um grande gestor!
DE BRASÍLIA
ARMANDO PEREIRA FILHO
EDITOR DE ECONOMIA DO UOL
sábado, 19 de janeiro de 2013
Vergonhoso! O Congresso foi pego de calças curtas - e não está nem aí
Gabriel Castro e Laryssa Borges, de Brasília
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Escritório de Representação de Minas Gerais no DF sob a batuta de Maria Tereza de Fátima
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| A nova Representante de Minas no DF entre o governador Antônio Anastasia e o vice-governador Alberto Pinto Coelho |
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Clipping Daqui e Dali
O crime como uma categoria política Reinaldo Azevedo - Os petistas dizem se preocupar tanto com a desigualdade social não por humanismo ou por senso de justiça, mas porque ela oferece um excelente pretexto para o estado autoritário e confere certo sentido moral às ilegalidades praticadas para a construção da hegemonia partidária. As misérias humanas — e a conseqüente necessidade de criar o novo homem — são o fundamento dos dois grandes totalitarismos do século passado: fascismo e comunismo. Ambos têm mais em comum do que gostam de admitir fascistas e comunistas.
Pagot constrói casa de R$ 2,5 mi no MT (Estadão) - Ex-comandante do Dnit, órgão que está no epicentro da crise nos Ministério dos Transportes, ergue imóvel de três andares em Cuiabá
‘Usuários aceitaram violação de privacidade’ (Estadão) -Diz Al Gore, ex-vice-presidente dos EUA, que discutiu a internet com Vinton Cerf e Tim Berners-Lee na Campus Party México. .
Boom brasileiro opõe classes médias tradicional e emergente, diz ‘FT’ (BBC) - O sucesso das políticas do governo brasileiro para tirar milhões de pessoas da pobreza na última década vem provocando a criação de dois tipos opostos de classe média, afirma reportagem publicada nesta quinta-feira pelo diário econômico britânico Financial Times.
Le Monde Diplomatique Brasil - Conheça o site.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
9° Fórum Nacional de Primeiras Damas, Vereadoras, Prefeitas, Vice-Prefeitas, Gestoras Municipais, Empresárias e Mulheres Representantes de Entidades da Sociedade Civil Organizada
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Para pensar...
O que representa uma base militar norte americana na América do Sul pelas portas da Colômbia? Em todo o planeta, onde há base americana, há conflitos belicosos, há trânsito de armas de guerra, há perigo!
Os interesses dos americanos na América do Sul, particularmente do Brasil, estão na Amazônia e não necessariamente apenas no narcotráfico. Isto é o que minha intuição me diz, através de várias informações captadas ao logo dos últimos anos e sobre as perspectivas ambientais do planeta. A nossa paz está ameaçada com as tropas americanas na Colômbia e Chavez na Venezuela com ligações amistosas com a Rússia, que lhe fornece armas e com o Irã. Posso estar errada, mas esta é a leitura que ora faço.
Em nosso congresso onde se deveria estar discutindo pautas de interesse do povo brasileiro e, principalmente, sobre nossa soberania e segurança, já estão em guerra sucessória. Uma guerra pessoal ridícula de vaidades pelo poder e supostamente pelo decoro. Decoro? Já se perdeu o decoro há muito tempo. No Congresso Nacional não tem havido decoro, não há respeito, há confusão, baixo nível e nebulosidade. Avista-se o fundo do poço.
Incrível como os fins justificam os meios para os três poderes. No Palácio do Planalto está um homem que conseguiu lá chegar batendo firme no Sarney, Collor e Fernando Henrique, agora só falta uma aliança com FHC para o time ficar politicamente mais estranho ainda, amorfo e incompreensível.
Falta mesmo é investimento na educação e cultura de nosso povo para que aprenda a eleger seus representantes e compreender o real significado de uma democracia. Falta-nos uma Constituição pertinente, coerente, enxuta e que seja de conhecimento geral desde à primeira infância. Para a maioria dos nossos políticos, falta patriotismo, seriedade e decoro.




