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sexta-feira, 11 de julho de 2014

Dilma consegue o inédito: a possibilidade de reeleição é que é vista como risco de instabilidade

10/07/2014
 às 22:42 Veja.com

Dilma Roussef (Foto reprodução/ Internet)

Por Reinaldo Azevedo

A presidente Dilma Rousseff (PT) está logrando um feito verdadeiramente inédito. Nunca antes na história deste país, a possibilidade de reeleição do governo de turno gerou turbulências no mercado. Acontecia justamente o contrário: era a perspectiva de mudança que gerava intranquilidade. Negociantes, no melhor sentido da palavra, aceitam correr riscos, sim. Mas gostam de regras — e de regras conhecidas. A suspeita de que qualquer coisa pode acontecer e de que tudo é possível tem preço — para baixo.

Em 1994 e 1998, quem despertava temores no mercado era o PT de Lula, que perdeu as duas disputas no primeiro turno. A reeleição das forças governistas representava estabilidade. Em 2002, a possibilidade de o petista vencer a disputa custou caro ao país. A especulação passou a comer solta, a inflação disparou, e o país teve de recorrer ao FMI — uma solução negociada com os companheiros, diga-se. Por quê?
Mesmo com a “Carta ao Povo Brasileiro”, em que o partido prometia seguir as regras de mercado, respeitar contratos e não dar calote em ninguém, havia uma grande e justificada desconfiança. Afinal, o PT passara 21 anos prometendo intervir na economia com mão forte — e não se descartava calote por lá nem da dívida interna nem da externa. Antonio Palocci se encarregou de evidenciar, no primeiro ano de sua gestão, que aquela conversão à realidade era para valer. A tensão passou.
Nas eleições de 2006 e 2010, esse era um não assunto. Vencesse Dilma, Alckmin ou Serra, ninguém antevia grandes problemas pela frente. Aliás, se vocês recuperarem o noticiário da disputa em 2010, encontrarão alguns cretinos, fingindo-se de fundamentalistas de mercado, mas atuando como esbirros do PT, a falar, creiam, de um tal “risco Serra”.
Ou por outra: nas disputas de 1994, 1998, 2002, 2006 e 2010, o governismo nunca foi encarado como risco pelo mercado. Ela era sempre a solução — porque, reitero, os agentes econômicos preferem a certeza de turbulência às incertezas da escuridão.
Nesta quinta, acreditem, o mercado reagiu bem à derrota da Seleção Brasileira para a Alemanha por 7 a 1 porque considerou que isso eleva a possibilidade de Dilma perder a eleição. A Bolsa no Brasil se descolou do mercado internacional, que teve um mau dia: no fim da sessão, o Ibovespa fechou em alta de 1,79%, aos 54.592,75 pontos, maior patamar desde 20 de junho (54.638,19 pontos).
E olhem que o Ibovespa resistiu até a indicadores ruins. Segundo o IBGE, a produção industrial recuou em sete dos 14 locais pesquisados de abril para maio. Os destaques foram as retrações verificadas no Amazonas (-9,7%), Bahia (-6,8%) e Região Nordeste (-4,5%).
Nunca antes na história “destepaiz”, a possibilidade de reeleição do governo foi encarada como um risco.
Por Reinaldo Azevedo

Copa tem 'vencedores e perdedores' também na economia

Ruth Costas
Da BBC Brasil en São Paulo
Atualizado em 11 de julho, 2014-05:02 (Brasília) 08:02 GMT

Governo prometeu que evento teria grande impacto em termos de renda e emprego

Quando a última bola rolar em campo, neste domingo, a Copa do Mundo terá deixado vencedores e perdedores também na economia.


pesar das promessas do governo de que o evento geraria milhares de empregos e ajuAdaria a impulsionar a economia, ainda não está claro qual será seu impacto geral nesta área.
Consultorias sondadas pela BBC Brasil, como a Tendência e a Capital Economics preveem um efeito nulo ou insignificante sobre o PIB.

Mas se o saldo total do torneio ainda é incerto, está cada vez mais evidente que alguns setores devem comemorar a "taça"das vendas, enquanto outros amargarão resultados mais fracos.

Entre os mais beneficiados, segundo o economista Juan Jensen, da Tendências, estão negócios ligados a segmentos de lazer e turismo, como bares e os hotéis das cidades.
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Desemprego, estatísticas e manipulações



06/2014
Por Ricardo Amorim

Facebook, Twitter e outras redes sociais trouxeram coisas boas e ruins. Uma das mais convenientes é saber os assuntos que mais interessam. Recentemente, poucos temas geraram tanta inquietação e nenhum, tanta incompreensão, quanto nossos números de emprego. Quase todos sabem que a taxa de desemprego despencou e está entre as mais baixas do mundo e da História, mas você sabia que de cada 100 brasileiros em idade de trabalho, só 53 trabalham?

Isto mesmo. Pelos dados oficiais do IBGE, de cada 100 brasileiros em idade de trabalho, 53 trabalham, 3 procuram emprego e não encontram e 44 não trabalham, nem procuram emprego. Segundo a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), 5% estão desempregados nas 12 maiores regiões metropolitanas do país.

Só é considerado desempregado quem procura emprego e não encontra (3%) sobre o total dos que procuraram emprego (56%). Quem não procura (44%), tecnicamente não está desempregado. Esta não é uma manipulação estatística. O mesmo conceito vale no mundo todo. Porém, se a estatística não é manipulada, sua interpretação é. Baseado na baixa taxa de desemprego, o governo sugere que quase todos os brasileiros têm emprego. Na realidade, quase metade (47%) não tem e muitos estão subempregados – sem carteira assinada ou trabalhando menos do que gostariam. Basta uma hora semanal de trabalho assalariado para ser considerado empregado.

Excluindo-se empregados e desempregados, sobram os que só estudam, os aposentados, os pensionistas e os que não querem trabalhar, totalizando 44% da População em Idade Ativa (PIA). Na PME, a PIA considera todos acima de 10 anos. Quem tem menos de 18 anos não deveria trabalhar, mas paradoxalmente, incluí-los na PIA reduz a taxa de desemprego. Os poucos que trabalham aumentam o total de empregados, mas a quase totalidade dos que não trabalham não procura emprego. Por isso, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, também do IBGE, que mede o desemprego em 3,5 mil municípios entre os maiores de 15 anos, aponta uma taxa de 7%, contra 5% da PME. Considerando apenas quem tem de 18 a 65 anos, a taxa de desemprego seria ainda mais alta.

A porcentagem dos que trabalham em relação à PIA no Brasil (53%) é hoje menor do que na maioria dos países da Europa, onde as taxas de desemprego chegam a 5 vezes mais do que aqui.

Pior, o número de empregos tem caído. Nas maiores regiões metropolitanas, há hoje 142 mil empregos menos que há um ano. Por que o desemprego continua caindo, então? Porque mais gente desistiu de procurar emprego do que caiu o número de empregos.

Infelizmente, quem determina a geração de riqueza em um país é o total de pessoas trabalhando, não a taxa de desemprego. Com menos empregos, o crescimento tem sido pífio, mas com menos gente procurando emprego, o desemprego caiu.

Milhões de pessoas deixaram de buscar empregos nos últimos 10 anos por quatro razões. Temos, hoje, dois milhões de estudantes universitários a mais, o que é ótimo. Uma parte deles não trabalha nem busca emprego.

As outras três razões são negativas. A população brasileira está envelhecendo, reduzindo a parcela dos que trabalham e aumentando a dos aposentados. Há ainda os efeitos das políticas do governo. O Bolsa-Família melhora as condições de sobrevivência de milhões de famílias, mas em locais onde os salários são pouco superiores ao benefício, desestimula a busca por emprego. Desde 2004, o número de beneficiários subiu de 6,6 milhões para 14,1 milhões.

Por fim, há a expansão do prazo e valor do seguro-desemprego. Nos últimos 10 anos, o desemprego caiu de 13% para 5%, mas os gastos com abono e seguro desemprego subiram de R$13 bilhões para mais de R$45 bilhões. Quem recebe seguro desemprego e não busca emprego não é considerado desempregado na estatística. Com a ampliação do benefício, mais gente entrou neste grupo.

De um ano para cá, o mercado de trabalho piorou. Há menos empregos e quem procura demora mais para encontrar. Entre os novos empregados, a participação dos que encontraram emprego em menos de 6 meses caiu 8%; já a dos que levaram de 6 meses a um ano subiu 19% e a dos que levaram mais de um ano subiu 36%. Dificuldade em achar emprego leva alguns a deixarem de procurar, reduzindo a taxa desemprego. É o que tem acontecido.

Resumindo, criar condições para que o país volte a criar empregos e estimular os brasileiros a quereremtrabalhar serão dois dos maiores desafios dos próximos anos. (original:

sexta-feira, 15 de março de 2013

Dilma deveria ouvir mais e aceitar sugestões de um grande gestor!

Para Gerdau, burrice de criar mais ministérios está no limite
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FERNANDO RODRIGUES
DE BRASÍLIA
ARMANDO PEREIRA FILHO
EDITOR DE ECONOMIA DO UOL
 
O empresário Jorge Gerdau acha que o Brasil precisa "trabalhar com meia dúzia de ministérios ou coisa desse tipo" e não com as 39 pastas existentes na administração da presidente Dilma Rousseff.
Esse inchaço se dá por contingências políticas, mas "tudo tem o seu limite", diz o presidente da Câmara de Políticas de Gestão da Presidência da República. Em entrevista ao Poder e Política, projeto da Folha e do UOL, na última terça-feira, ele completou: "Quando a burrice, ou a loucura, ou a irresponsabilidade vai muito longe, de repente, sai um saneamento. Nós provavelmente estamos no limite desse período".
Apesar da frase quase beligerante, Gerdau disse conversar sobre esse assunto com a presidente da República, a quem elogia. "Eu já dei um toque na presidenta" e ela está "totalmente ciente" do que se passa, declara.
"Dentro da estrutura brasileira, o conceito de política atrapalha bastante a gestão. Mas... [pausa] a gente tem que encontrar os caminhos dentro das realidades que cada país tem", afirmou o empresário em uma de suas raras entrevistas.
Embora enxergue avanços na gestão do país, suas previsões são de longo prazo. "Para deixar o país com planejamento competitivo em todas as frentes" um prazo de "dez anos é pouco".
Um exemplo de como Gerdau avalia hoje a administração pública federal: "No Brasil, só tem quatro ou cinco instituições em que a estrutura de meritocracia e profissionalismo funcionam: Banco do Brasil, Banco Central, Itamaraty e Exército. Tem ainda o BNDES também".
 
Clique aqui e assista aosvídeose leia a entrevista.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Macro Vision 2010 – um gol do Itaú BBA, por César Simões Salim

O Itaú BBA promoveu o evento Macro Vision 2010 que foi o mais importante evento de avaliação da economia mundial e brasileira. Estavam presentes, fizeram palestras e responderam a perguntas de um público de cerca de 700 pessoas da área econômica de empresas os seguintes ícones da economia:

- Michael Pettis – Professor da Universidade de Pequim e especialista em economia chinesa – apontou os riscos de uma recessão na China em 2012, com conseqüências para a economia mundial. A razão disso é que a enorme produção industrial chinesa estaria chegando a seu máximo e não encontraria escoamento no mercado. O mercado europeu ainda em recessão e o mercado americano com mais cautela em seus hábitos de compra fazendo estreitar a demanda e os emergentes e a própria China absorvendo uma parcela da produção, mas não conseguindo compensar a redução da demanda global;
Foto extraída do site: http://www.theepochtimes.com/n2/content/view/12599//

- Marc Faber – vive atualmente em Hong Kong e é um especialista em análise de economia mundial, muito conhecido pelo seu blog GloomBoomDoom. Marc tem uma visão muito crítica sobre a crise e acredita na importância de regulamentar o mercado financeiro para evitar novas crises;
                                                             
                                       Foto extraída de http://www.freedomsphoenix.com/dom.htm
- Raghuran Rajan – Professor da Universidade de Chicago e consultor do Primeiro Ministro da Índia e do Itaú Internacional. Raghuram tem uma posição mais otimista sobre a recuperação da economia americana, mas acredita que a vai haver mais cuidado com o risco e pode resultar em uma redução do ritmo do crescimento econômico.
Foto extraída do site: http://portalexame.abril.com.br/fotos/economia-mundial.shtml

Os palestrantes brasileiros fizeram brilhantes analises da nossa economia e foram os seguintes:

- Ilan Goldfjan – Doutor pelo MIT, Professor da PUC-Rio e Diretor do Banco Itaú - abordou o bom momento de crescimento econômico do Brasil, com oportunidades de crescimento a altas taxas por alguns anos. Tranqüilizou a audiência com relação ao cambio, mostrando que o dólar não deve incomodar. A preocupação maior é com a inflação crescente e com os gastos governamentais exagerados e sem justificativa, podendo dificultar o sucesso do desenvolvimento econômico nacional.
Imagem extraída de g1.globo.com/.../0,,MUL1406324-9356,00.html
- Edmar Bacha – o pai do real tratou dos riscos que o Brasil corre e que podem comprometer o aproveitamento desta oportunidade de crescimento rápido por vários anos. Tais fatores estão ligados aos excessos de gastos governamentais, gastos de consumo como aumentos de salários ou de proventos de aposentados que não trazem resultados positivos para a economia. Apontou a ausência de investimento correto em educação e saúde: alertou para a necessidade de mudar de modelo nestas áreas, pois o atual está exaurido e exemplifica com a necessidade de encontrar mecanismos para financiamento da educação e da saúde. A falta de alinhamento correto nas alianças externas pode resultar na perda de oportunidades de crescimento por estar associado a aliados inadequados (citou a política em relação ao Iran, a aproximação com Chaves, uma posição no Mercosul que muitas vezes não se coaduna com o interesse brasileiro, e um posicionamento entre os BRICS que denota a falta de preparo em relação aos objetivos que se pretende atingir).   
- Murilo Aragão – especialista em eleições - acha que a eleição será dura, mas que deve prevalecer o prestigio do Lula, o que pode resultar na vitória da Dilma, apesar suas fraquezas como candidata.

Foto extraída do blog de Murilo Aragão
- Alberto Almeida – excelente conhecedor de pesquisas de mercado eleitoral e um analista incisivo em suas criticas e idéias. Recomenda que a oposição fale em programas e soluções para os pobres, valorizados no Brasil e sensíveis ao discurso de políticos que parecem pensar neles e que se propõem a realizar ações que melhorem sua vida, tais como: redução de impostos, dobrar a bolsa família, programas habitacionais de casas populares, inclusão de qualquer espécie.
                                                      Foto extraída do site: http://www.grupoessencia.com.br/equipe.htm
- Pedro Malan – o Ministro da Fazenda do governo Fernando Henrique fez um resumo ao final, com os pontos principais que todos falaram. Foi muito bom, apesar de curto, e mostrou a importância do Brasil se posicionar com uma visão de futuro para não perder a oportunidade que está sendo oferecida pelas condições da economia mundial e pelos fundamentos econômicos adquiridos pelo país.
                                                                                     Fotos extraída de palestrantes.org
- Guilherme Nóbrega – economista do Banco Itaú, foi o coordenador do evento e teve um desempenho excelente, apresentando perguntas que eram o resultado da agregação das perguntas do público.

Agora é aguardar para ver se as analises se concretizam e se as ações que devem ser tomadas pelo Brasil resultam em sucesso. Vamos conferir isso tudo no Macro Vision 2011, já anunciado pelo Itaú BBA para março de 2011.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Oposição quer que Mantega e Lima Neto esclareçam saída do BB

'A desculpa do spread é ridícula. Nós soubemos que houve operação irregular', afirma presidente do DEM

Marcelo de Moraes e Eugênia Lopes, de O Estado de S. Paulo

BRASÍLIA - O presidente do DEM, Rodrigo Maia (RJ) informou nesta quarta-feira, 8, que os partidos de oposição - DEM, PSDB e PPS - pretendem apresentar requerimento de convocação do ministro da Fazenda, Guido Mantega e de Antonio Francisco Lima Neto, ex-presidente do Banco do Brasil. O objetivo, segundo ele, é que os dois deem esclarecimentos sobre as operações feitas pela instituição que motivaram a demissão de Lima Neto.

"A desculpa do spread é ridícula. Nós soubemos que houve operação irregular. Queremos saber quais foram. Isso não exime o governo federal da responsabilidade do que ocorreu no banco do Brasil. Quem nomeia o presidente do Banco do Brasil é o presidente Lula", disse ele.

O presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE) reforçou a fala de Maia e afirmou que o ex-presidente do Banco do Brasil "efetivamente não terá caído por conta de taxas de juros". "Essa é uma visão pitoresca, afirmou o tucano. A informação oficial é de que Lima Neto teria deixado o cargo a pedido.

Assim como o presidente do DEM, Guerra disse que a oposição vai convocar o ministro da Fazenda, Guido Mantega, para ir ao Senado explicar as causas da saída de Lima Neto. Segundo Guerra há cerca de uma semana já havia rumores sobre a queda do presidente do BB.

O senador Renato Casagrande (PSB-ES), disse que ficou surpreso com a saída de Lima Neto. "Não sabemos o motivo, mas não creio que seja essa questão da taxa de juros, porque senão aí tem que demitir os presidentes de outros bancos", afirmou Casagrande. O PSDB, o DEM e o PPS devem divulgar ainda hoje nota conjunta sobre a demissão de Lima Neto.

Em entrevista coletiva nesta quarta, o presidente demissionário do Banco do Brasil (BB), Antonio Francisco de Lima Neto, negou os rumores. "Para ser sincero, é a primeira vez que estou ouvindo isso", declarou Lima Neto, em entrevista.

Ele afirmou que a aquisição de instituições e de carteiras "é um negócio do banco, e a concessão do crédito tem um modelo totalmente segregado, não há uma pessoa que domine todo o processo (dentro do BB)." Segundo Lima Neto, o Banco do Brasil segue regras de governança, e isso é um dos motivos pelos quais 22% das ações do BB são negociados em Bolsa de Valores.

O ministro da Fazenda também afirmou que não tem conhecimento sobre qualquer denúncia de irregularidade na aquisição de carteiras de outras instituições pelo Banco do Brasil, durante a gestão de Antonio Francisco de Lima Neto.

E lá tem oposição? São todos muito unidos quando se trata de nos ferrar, e a bola da vez para enganarem os trouxas é o ex-presidente do BB. Só fazem pirotecnia quando é para aparecer para o povão, mas nunca dá em nada. Alguma investigação puniu alguém? Esclareceu algo? As provas sempre são insuficientes. Na hora de legislarem sobre seus salários, regalias extensíveis às filhas e demais familiares, aí todo mundo é santo, não existe oposição. Se houvesse oposição de verdade, Lula já teria sofrido impeachment na época do mensalão e estaria na cadeia com sua corja. Mas a corja rival amarelou, ainda não veio a público o porquê. Morte aos políticos. A todos. Incluindo as famílias para evitar gastos futuros com pensões e indenizações milionárias. Fonte: Estadão online.

XXII Fórum da Liberdade discutiu o futuro da economia

08/04/2009

Após dois dias de debates, painéis e exposições, o Fórum da Liberdade encerrou nesta terça-feira sua 22ª edição discutindo o futuro da economia diante da crise. A palestra de encerramento do evento foi ministrada pelo empresário Salim Mattar, presidente do Conselho de Administração da Localiza.

"Mesmo que se confirmem os cenários mais pessimistas desta crise e que se some estas perdas àquelas de todas as outras recessões debitadas na conta do capitalismo, ainda assim o prejuízo será infinitamente menor que os resultados positivos que este sistema econômico produziu nas últimas três décadas", sustentou.

Mattar destacou que, mesmo com as contestações provocadas pela crise, o capitalismo segue sendo o sistema mais justo de produção, mantendo-se como o único capaz de gerar e distribuir renda em grande escala. (Fonte: Diego Casagrande via e-mail)