Mostrando postagens com marcador AC Minas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador AC Minas. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Publicitário Helinho Faria, vice-presidente da abramidia| mg assume a presidencia do Conselho de Comunicação da AC Minas

A prestigiadíssima solenidade de posse do novo presidente do Conselho Empresarial de Comunicação da Associação Comercial e Empresarial de Minas,  o publicitário Helinho Faria, assinala um novo marco para o setor no Estado de Minas Gerais (leia postagens anteriores) e clique aqui! Com propostas objetivas, conselheiros de peso no setor e apoio de entidades da cadeia produtora de comunicação que movimenta cerca de R$2,5 bi e gera aproximadamente 120 mil empregos. Fotos: Fábio Ortolan e divulgação.
Vice-governador Alberto Pinto Coelho, presidente da AC Minas Roberto Fagundes e
presidente do Conselho Empresarial de Comunicação Helinho Haria
Conselheiros
Presidente do BDMG Cultura Washington Mello e Roberto Fagundes

Helinho Faria entre Luiz Carlos Costa, diretor do Jornal Diário do Comercio e
Maria Elvira Salles Ferreira, vice-presidente da AC Minas
Angela e Helio Faria, Cristina Faria, Helinho Faria e Gustavo Faria
Albertina Moura Nascimento, Madalena Castro Bahia, Euler Marques Andrade e
Suzely Ortênzio (divulgação Daqui Dali News)
 
Suzely Ortenzio, presidente da ABRAMIDIA entre o empresário e vice-presidente da AC Minas
Fabio Guerra Lages e o vice-governador Alberto Pinto Coelho
Madalena Castro Bahia, diretora da abramidia| mg, Washington Mello e Maria Elvira Salles Ferreira(divulgação)

Fábio Guerra Lages, Helio Faria, Suzely Ortênzio e Antonio Maluf (divulgação)

Diretores da abramidia| mg Geraldo Felix, Albertina Moura Nascimento, Helinho Faria,
João Carlos Amaral, Mag Bahia e Thomaz Cascão (divulgação)
EMpresário Hudson Navarro e Helinho Faria
Helinho Faria, Suzely Ortênzio e Dimas Lopes da abramidia| mg (divulgação)
Mag Bahia e João Carlos Amaral, presidente da ABRAJET/ MG e diretor da abramidia|mg

 

Clique no link e conheça o Conselho de Comunicação da AC Minas 

 

Mercado ganha Conselho de Comunicação para tentar reverter quadro negativo

Fonte: Portal Estado de Minas

Nos últimos anos, o mercado mineiro da comunicação vem perdendo força no cenário nacional. De acordo com levantamento do Sindicato das Agências de Propagandas de Minas Gerais (Sinapro-MG), o estado caiu do 3º para o 5º lugar em faturamento e continua perdendo contas importantes para agências do eixo São Paulo–Rio e até mesmo para estados como Bahia e Pernambuco. Os motivos para essa queda vertiginosa vão desde a falta de atuação política mais favorável ao mercado mineiro às práticas desleais de mercado.

Para tentar reverter o quadro negativo, no dia 7 de maio, às 18:30, na Associação Comercial e Empresarial de Minas (ACMinas), será lançado o Conselho de Comunicação da ACMinas. Criado com base na filosofia da entidade, constituída de 21 conselhos setorizados que representam boa parte da cadeia produtiva mineira, o conselho surge com o objetivo suprir anseios da indústria da comunicação mineira.

UNIÃO
Criado depois de dois anos de intensa pesquisa, o conselho terá como presidente o publicitário Helinho Faria, da Faz Comunicação, que explica como surgiu o projeto. "Como sou diretor da Associação Comercial, recebi a sugestão do presidente da entidade, Roberto Fagundes, para criar, com total liberdade, o Conselho da Comunicação. A partir daí, iniciamos um intenso trabalho de elaboração que durou dois anos. Ouvimos representantes de 37 entidades da cadeia produtiva da comunicação mineira. Esse aglomerado representa agências de publicidades, agências de web, produtoras de áudio e vídeo, gráficas, locutores, designers, revistas, jornais, portais e sites, emissoras de rádio e TV, mídia exterior, assessoria de imprensa, relações-públicas e empresas de comunicação corporativa. Portanto, elaboramos um conselho que reúne as principais forças da indústria da comunicação de Minas Gerais."

AGILIDADE
O publicitário enumera os principais objetivos do conselho, que terá apoio de uma empresa especializada para acompanhar o cumprimento das metas estabelecidas. "O conselho não pretende estar acima das entidades de classes. Mas não será apenas um órgão consultivo. É, na verdade, a união de forças para estimular e agregar valores a esse aglomerado. Estamos sofrendo perdas constantes e ficamos, muitas vezes, em situações apáticas ou limitadas às ações isoladas. É cada um defendendo seu interesse e separadamente é difícil lutar contra mercados como o de São Paulo, por exemplo, que é extremante organizado e unido na defesa de seus interesses. Essa nova união de forças em Minas é para, juntos, alcançarmos metas que serão estabelecidas e desenvolvidas pelo conselho. Estamos recebendo apoio de entidades empresariais. E para que não fique só no discurso, teremos uma empresa nos assessorando no sentido de cobrar metas e resultados."

OBJETIVOS
O conselho se apoia, segundo Helinho Faria, em três pilares essenciais: criar proatividade no mercado visando a novos negócios; fortalecer e estabelecer metas para alcançar os objetivos; e a retomada de crescimento e reposicionamento perante o mercado nacional. "Para mudar esse cenário, precisamos incentivar a qualificação e a capacidade de mobilização dos integrantes desse aglomerado da comunicação; ser representativos e mais atuantes no diálogo com entidades do setor; ter conselheiros experientes em áreas estratégicas como assessorias de comunicação de instituições públicas e privadas, de veículos de comunicação, economia, administração, marketing, jornalismo, web, universidades, pesquisadores, entre outros. Enfim, criar uma convergência de conhecimentos para estabelecer e desenvolver medidas que impulsionem o crescimento da nossa indústria da comunicação, por meio de debates, agenda positiva, desenvolvimento de produtos e serviços, novos negócios, audiências públicas, seminários e outras atitudes proativas".

POLÍTICAS
O publicitário Roberto Bastianetto, vice-presidente do conselho, destaca a forte demanda reprimida. "Parecia que estavam todos esperando uma iniciativa assim. Esse é um trabalho inédito no país, porque vamos ter representantes de todos os segmentos. Não queremos reserva de mercado, mas temos que buscar estímulos, ações que nos protejam mais, constituir uma bancada política que lute pela preservação e crescimento do mercado da comunicação. Em muitas situações, perdemos contas por timidez. É aquele frase infeliz: 'Minas trabalha em silêncio'. Então, o conselho obteve adesão de todos por entender nossa real necessidade de nos assumirmos, de fazer muito barulho e reconquistar e abrir novos espaços".

INCREMENTO
A diretoria do conselho terá 15 personalidades representando os 37 segmentos do aglomerado da comunicação. Eles serão empossados no dia 7 de maio, na ACMinas, onde funcionará o conselho. "Essas personalidades terão a missão de aprimorar relacionamentos com o meio oficial, bancadas federal, estadual e municipal, sempre agindo de forma institucional. Além disso, motivar, agregar valores, firmar parcerias, realizar eventos, entre outras atribuições. Mas se tivesse que resumir tudo em uma única frase diria: "O conselho tem a missão de criar condições para que possamos incrementar o mercado mineiro da comunicação", completa Faria.
 
Observação de Notícias Daqui e Dali: O novo presidente do Conselho Empresarial de Comunicação da AC Minas é vice-presidente da abramidia| mg.


quinta-feira, 25 de agosto de 2011

AC MINAS HOJE - Resumo das principais notícias

Empresários mineiros propõem reforma política
Uma reforma política profunda seria a única solução definitiva e sustentável para os problemas relacionados à corrupção no Brasil. A proposta é defendida por empresários mineiros que se reuniram na última terça-feira, na sede da Associação Comercial e Empresarial de Minas Gerais (ACMinas), com o objetivo de debater o assunto e aderir à Frente Suprapartidária de Combate à Corrupção e à Impunidade, encabeçada por senadores no Congresso Nacional.Na avaliação do vice-presidente da ACMinas, Lindolfo Paoliello, é importante que não somente as entidades de classe do Estado, mas que todo o empresariado mineiro e a sociedade civil se engajem na busca pelo combate definitivo da corrupção. Segundo ele, a exemplo disso, ao longo de seus 110 anos de atuação, a entidade tem se pautado por princípios éticos, a partir de uma filosofia baseada no jeito mineiro de ser.”Essa questão da ética e da preservação dos valores morais está na essência da Associação. Isso tem sido demonstrado não só no dia-a-dia da casa, mas também por meio de movimento efetivos em períodos especiais. Desta forma, a entidade tem demonstrado efetivamente qual sua posição, com destaque para o cultivo da ética, do direito e da justiça”, explicou. (Diário do Comércio – 25/08/2011). Clique aqui para continuar.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Dica do presidente

Encaminho-lhe, abaixo, transcrição de artigo do nosso Diretor Olival Gonzaga Resende, publicado pelo Diário do Comércio, no qual ele relata as agruras das micro e pequenas empresas que são excluídas do Simples Nacional. Informo, ainda, que encaminhei o texto aos Deputados Federais, juntamente com carta assinada por mim, solicitando providências a respeito. Gostaria também de conhecer as eventuais sugestões que tenha a fazer sobre iniciativas nesse sentido.  
Um abraço do Roberto Fagundes
O paraíso das microempresas
Olival Gonzaga Resende (*)
Os sócios Adão e Eva viviam no paraíso empresarial. Eram optantes pelo Simples Nacional. Não tinham que se preocupar com a excessiva carga tributária e nem com os excessos burocráticos. "Serpente", no entanto, baseada em um conta corrente tributário inconsistente, resolveu acusar os dois jovens empreendedores de estarem com tributos em atraso e recomendou ao todo poderoso sistema de controle do Simples que os expulsassem daquele ambiente favorecido.
Adão e Eva se viram de repente abandonados à própria sorte e condenados a sofrer as dores da exclusão que lhes foi imposta injustamente, visto que milhões de outros empreendedores com pendência tributária sequer foram incomodados com a aplicação do famigerado artigo 17-V da Lei complementar 123/06 que assim diz: "Não poderão recolher os impostos e contribuições na forma do Simples Nacional a microempresa ou a empresa de pequeno porte que: V- que possua débito com o Instituto Nacional do Seguro Social - INSS, ou com as Fazendas Públicas Federal, Estadual ou Municipal, cuja exigibilidade não esteja suspensa."
Doravante teriam que sofrer com o aumento do recolhimento do INSS que de 8% sobre a folha de salários passaria a ser de 36%. O ICMS seria por débito e crédito com a alíquota de 12% ou 18% sobre o lucro na venda de mercadorias. O IPI saltou de 0,5% para 5% a 10% em média. O PIS, Cofins, Contribuição Social e Imposto de Renda, viram saltar para patamares muito superiores ao que pagavam no DAS - Documento de Arrecadação do Simples Nacional. Adão e Eva também não teriam mais descanso, pois ficariam obrigados a cumprir as exigências burocráticas reservada às grandes empresas. A eles caberiam optar pela nova forma de tributação, se pelo sistema do lucro presumido ou lucro real.
Teriam que passar a apurar o ICMS e transmitir o Dapi - Declaração de Apuração e Informação do ICMS, calcular dos demais tributos, adentrar na seara tributária para descobrir o que gera crédito e o que não gera, entender de redução na base de cálculo, tributação diferida, suspensa ou isenta. Teriam que se preparar também para utilizar a escrituração eletrônica do ICMS e do PIS/Cofins sob pena de sofrer as dores de pagar 5 mil reais de multa por mês de atraso.
Se resolvessem recorrer contra a exclusão do Simples Nacional, em melhor situação não ficariam. No limbo que se formaria após o protocolo do recurso, Adão e Eva não saberiam se deveriam continuar vivendo no paraíso empresarial ou se teriam que migrar para as agruras reservadas aos excluídos. Não saberiam como apurar os impostos, se pelo jeito antigo ou pelo novo, se cumpririam ou não as obrigações de entrega do DCTF - Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais, Dacon - Demonstrativo de Apuração de Contribuições Sociais, Dapi- Declaração de Apuração e Informação do ICMS.
Neste limbo tributário não adiantaria buscar pelo "help". O poderoso sistema de controle tributário não tem previsão de como deve agir os excluídos durante o período transitório, enquanto aguardam a decisão do recurso apresentado. Os dois sócios quando finalmente recebessem a sentença, sendo ela pela expulsão do Simples Nacional, e se tivessem deixado de cumprir as novas obrigações estariam condenados à morte e não apenas a sofrer com os novos encargos, pois não teriam como pagar as multas por não terem apresentado os demonstrativos exigidos para as empresas fora do regime simplificado.
Se ao contrário a sentença fosse pela manutenção no Simples Nacional, e se Adão e Eva tivessem optado por cumprir todas novas obrigações no período transitório em que ficaram aguardando a sentença, se veriam na obrigação de anular os demonstrativos fiscais apresentados. Teriam que solicitar restituição dos tributos pagos na condição de excluídos do Simples e recolher o DAS - Documento de Arrecadação do Simples Nacional, visto que não existe forma de compensação destes tributos entre si.
Diante de tanta insegurança jurídica onde não se preserva o princípio básico da preservação da empresa, Adão e Eva sem saber o caminho a tomar, poderiam acabar por fechar as portas deixando de gerar emprego e renda neste fabuloso país que o Todo Poderoso nos outorgou para ser um verdadeiro paraíso e não apenas um cipoal tributário.
* Contabilista e Diretor da ACMinas - Associação Comercial e Empresarial de Minas

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Elizabeth Marques Ribeiro é a nova presidente do Conselho Empresarial de Turismo da AC Minas

Em concorrida e prestifgiada solenidade, Roberto Luciano Fagundes, presidente da AC Minas - Associação Comercial de Minas, Belo Horizonte, deu posse à presidente do Conselho Empresarial de Turismo, a dinâmica e competente Beth Ribeiro, no dia 17 de maio. Entre os membros empossados  do CET, As vice-presidentes, Rafaela Fagundes,presidente da ABI-H MG; Sandra Coelho e Déa Niquini. Em seu discurso  a nova presidente declarou: "Sempre estarei visando uma integração da sociedade civil e das iniciativas públicas  através de ações sempre integradas para garantir o sucesso de Belo Horizonte nos dois grandes eventos que se aproximam :Copa do Mundo e Copa das Confederações, mas deixando de lado uma visão imediatista focada apenas nesses eventos mas ,trabalhando nessa integração de modo a transformar a capital num pólo de turismo capaz de atrair grandes eventos ,gerando assim riquezas e colaborando com o desenvolvimento econômico e social que o turismo tem como  alavancar ."

O Secretário de Estado de Turismo de Minas Gerais, Agostinho Patrus filho, prestigiou o evento, bem como a vereador Maria Lúcia Scarpelli, Deputado Estadual Fred Costa, Tancredo Augusto Neves, presidente da Prominas, Madalena Bahia Cascão, diretora de Assusntos de Meio Ambiente da ABIME-MG, Antônio Claret Guerra, presidente do Conselho Consultivo da ABIME-MG, Suely Guerra, diretora de Turismo da ABIME-MG, Helinho Faria, diretor de Mídia da ABIME-MG e diretor da Faz Comunicação

Após a solenidade, a nova presidente ofereceu um coquetel, assinado por Mariângela e Buffet Rullus, aos  presentes. Decoração Róda D'Água e Patrícia Andrade.

Patrice Thomas, fotógrafo e Diretor de Fotografia da ABIME-MG, Associação Brasileira de Imprensa de Mídia Eletrônica registrou com sua objetiva, bem como o fotógrafo Urias.
O presidente da AC Minas, Roberto Fagunder e
Elizabeth Marques Ribeiro presidente do Conselho Empresarial de Turismo da entidade.
Maria das Graças Souza Lima, Madalena Bahia Cascão, Beth Marques Ribeiro,
Suzely Ortênzio, presidente da ABIME-MG e vice-presidente da ABIME Nacional e a empresária Eloisa Cardoso
 
      Patrice Tomaz, Madalena Cascão, Agostinho Patrus FIlho,
     Suzely Ortenzio, Sandra Coelho e Carlos Carneiro Costa Filho
Helinho Faria entre Madalena e Suzely
      Antônio Claret Guerra, diretor do Jornal MG Turismo,
     Suely Guerra. Beth Ribeiro e o deputado Fred Costa
Denise Guerra e Beth Ribeiro 
Oliver, artista plástico que expos algumas de suas telas 
Roberto Fagundes, Maria Lúcia Scarpellu, Tancredo Augusto Neves e Rafaela Fagundes