quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Natal Swarovski - Brilho total

A famosa grife Swarovski, lançou sua coleção de Natal com movimentado coquetel na loja do Diamond Mall no dia três de dezembro.

Os convidados puderam apreciar as novas peças da coleção FACETS OF LIGHT – outono/inverno 2014/2015, que trazem o DNA forte da marca mundialmente conhecida dos cristais.

Na tradução da diretora de criação Nathalie Colin: “Nesta estação quis reunir arte e luz, algo perfeitamente natural para uma empresa cujo cristal define o mais alto padrão em brilho e esplendor. A nova coleção une nossa tradição a outro valor de grande importância para nós – o desejo de renovar e modernizar.”

A atriz Giovanna Ewbank foi convidada especial do agito e o DJ Carlo Dee, da Music Produções, comandou a trilha sonora. Fotos de Bárbara Dutra.

Como todos os eventos assinados pela dupla Simone e Renato Arcuri, prestigiadíssimo.

Susana Salinas, Christina Fabel, Luciana Nascimento e Thelminha Di Vescovix
Tarcio Curto e Ludmilla Zaccaro
Valentina Campos e Giovanna Campos
Marco Almeida, Alexandra Freitas e Rafael Niquini
Patricia Abreu e Sônia Melo
Beatriz Morais, Osias Correa e Flávia Viegas
Giovanna Ewbank



sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

“Alma e poder da mulher” - Exposição de fotos


A América Móveis apresenta seu show-room e também a exposição de fotos com mulheres representativas e atuantes. Participaram do ensaio empreendedoras, decoradoras e arquitetas de Minas Gerais.

O belo trabalho foi feito sob o olhar e as lentes do fotógrafo Odilon Araújo, no qual as mulheres retratadas mostram sua essência e força. As modelos foram adornadas por jóias de Rosália Nazareth, dando ainda mais elegância ao ensaio.
São 22 fotos do tamanho 65 x 85 cm dispostas na loja, localizada no bairro São Pedro.

A mostra tem coordenação de Heliane Moreira e reuniu pela primeira vez o fotógrafo Odilon Araújo, a joalheira Rosália Nazareth e muitas mulheres poderosas.

Dentre elas: Myrna Porcaro, Vivien de Castro, Patrícia Pires, Ucha Marcelin, Érica Drumond, Jamile Lage, Cristina Morethzon, Laura Rabe e muitas outras.





Aline Sanches na galeria Vignolli Fine Art

Noite chuvosa não interferiu no sucesso da apresentação das obras de arte da artista Aline Sanches na galeria Vignolli Fine Art. Prestigiadíssimo encontro regado à champanhe, canapés e muita música. Fotos de Eduardo Fonseca

Keila Pereira,Aline Sanches,Sonia M. Luize,Raiane Preira,Claudia Pereira 
Alberto Souza,Ana Beatriz Lobato,Fernando Vignoli 
Albertina Moura, David Faria, Suzely Ortênzio
Marco Malzone,Barbara Maciel,Erika Sanches 
Clea Gontijo,Vera Comini,Izabela Teixeira da Costa
Arilda Costa MacClive, David Faria, Suzely Ortênzio, Sissy Lopes 

Campanha Nacional: Chute da Revolta


O repórter fotográfico, Nélio Rodrigues, lançou, no dia primeiro de dezembro, a exposição de fotos e vídeos de seu projeto o Chute da Revolta, na Casa Dourada, galeria de arte de Glauco Moraes.
O projeto, criado no início deste 2014, reúne opiniões de pessoas de diversos setores sobre o cenário atual no Brasil e no mundo, provocando, assim, uma discussão de idéias e perspectivas de mudanças desejadas e, de certa forma, esperadas, colecionadas em fotos e vídeos. O Chute da Revolta é uma forma de expressão corporal e verbal, simbólica e individual.
A Casa Dourada ficou repleta de convidados que puderam apreciar, também, as obras do artista Glauco Moraes, que providenciou uma grande tela para que todos pudessem registrar suas presenças e exibirem suas habilidades artísticas!
Vários fotógrafos registraram o evento. Aqui, postamos as fotos de Valdez Maranhão.
Nélio e Valéria Rodrigues com os filhos
O artista plástico, Glauco Moraes entre Catina Martins e Arilda McClive
Nélio Rodrigues, Suzely Ortênzio, Álvaro Costa Rezende,
Liza Ribeiro, Wagner Espanha e Zuraide Moura
Maria Vitória Capelão, Tetê Rios e Lena Brandão
Nélio Rodrigues e Luiza Miranda
Rosana e Ronan Horta, Suzely e Zuraide Moura
Registro deixado por convidados
Renato Loureiro deixa sua assinatura no painel
Lena Brandão e Poliana Oliveira
Os craques da fotografia: Cleber Piuzana, Valdez Maranhão.
Uarley Valério e Tiãi Mourão (foto do blog do PCO)
Remo Peluso, Fernando e Nina Pacheco
Ildeu Koscky e Yara Tupynambá

Liza Ribeiro e Andrea Carvalhais

Lula, o menino sem rosto ou Lula, o menino das muitas faces

Por Lorenzo Dumas

Lula: o menino sem rosto!
Texto sobre luz e sombra, sobre o bem e o mal, sobre o PT e o tempo que urge em nascer:

Aquela não foi uma trovoada comum. A Segunda Guerra Mundial acabara de chegar ao seu término, o tribunal de Nuremberg começava a se desenhar, Getúlio Vargas estava prestes a ser deposto pelo general Góes Monteiro, a criação do estado de Israel dividia a Palestina, e o mundo, essa ignóbil abstração que o ser humano transformou em purgatório, entrava em um longo período onde a Guerra Fria ditaria as regras da geopolítica no século XX.

Hoje, eu sei que aquela trovoada, que se perdeu nas veredas do ano de 1945, não dizia respeito à nenhuma dessas circunstâncias. Não dizia respeito nem ao roceiro Henry Truman que meses antes havia semeando duas bombas atômicas no coração da humanidade, nem ao fatídico destino de Josef Stalin, homem mais temido da época, que oito anos mais tarde sofreria um derrame e perderia a vida mergulhado em sua urina.

Tampouco foram os nascimentos de Neil Young e Eric Clapton, que também se deram naquele ano, a razão do sobrenatural que me acometera. Foi no interior de Pernambuco, no pequeno distrito de Caetés, que no dia 27 de outubro de 1945 nascia a causa do retumbante presságio que ecoou em minha consciência juvenil e que ainda hoje, no alto de meus 74 anos, me causa desagradáveis calafrios: o nascimento de Luís Inácio Lula da Silva.

Naquela noite fria de primavera, minha mãe me pôs para dormir e como eu relutava em cair no sono por estar certo de que havia um terrível desígnio que acabara de ser marcado em meu destino, pedi para que ela, mulher religiosa cuja certeza acerca da eternidade me concedia a ilusão de ser senhor de mim por ínfimos instantes, me contasse uma história que pudesse acalmar o meu temor desmedido. ‘’Sois um homem, imbecil! Comporte-se como tal!’’, me recordo de ter pensado instintivamente ao ver minha mãe cedendo ao meu capricho.

Mas como Marcel Proust em sua infância, eu também abdicava da minha dignidade, do meu amor-próprio de garoto, apenas para sentir o calor materno mais próximo: ‘’De tempos em tempos – disse-me ela, certa vez – assim como o céu, as trevas abrem as suas cancelas e enviam emissários para a terra. A luta entre o bem e o mal é a luta entre o esclarecimento e a ignorância; entre a generosidade e a ignomínia. É a luta que foi dos teus ancestrais e que será dos teus descendentes. É luta da tua vida que terás que desvendar. E a vida, meu filho, nada mais é do que luz e sombra. Para ser sábio é preciso ser bom e o mal, embora abominável, muitas vezes nos guia com eficiência para o caminho do bem. Só assim aprenderás a interpretar os sinais da vida. Isso que sentiste hoje foi um sinal. No final, Deus precisa mais da gente do que a gente precisa de Deus’’.

Por muito tempo essas palavras tomaram conta dos meus pensamentos. Embora eu não alcançasse a totalidade dos dizeres de minha mãe, havia algo em meu inconsciente que tocava nas profundezas daquela sabedoria sem que a minha razão tomasse conhecimento. O passar dos anos me trouxe maturidade. Me tornei menos impulsivo e mais observador; menos medroso e mais paciente. Havia quase esquecido o furor psicológico que aquela noite de 1945 tinha causado em meu íntimo, até que, em setembro de 1952, uma viagem a trabalho de meu pai, com destino a Governador Valadares, me trouxe aquele sentimento arrebatador de volta. Eu me encontrava no carro, observando a paisagem à medida que atravessávamos as precárias estradas mineiras, quando um pau de arara tomado pela miséria surgiu no horizonte e se aproximou em nossa direção.

O menino Lula surge, enfim: sem rosto

Me lembro dos mais de 30 retirantes espremidos entre a sobrevivência e a indignidade. Minha mãe fez o sinal da cruz; meu pai fez que não viu. Como íamos em direções diferentes, pude vê-los passando rente à minha janela. A miséria não mais invisível aos meus olhos me envergonhava. Nada desperta mais o pudor de uma criança do que a sorte miserável de um semelhante. E em uma miscelânea de sentimentos contraditórios que afloraram em minha alma, o olhar sinistro de um garoto que vestia trapos veio de encontro ao meu. Eu poderia jurar que aqueles olhos negros, vidrados, se avermelharam a tal ponto que eu já não poderia mais distinguir ao certo a realidade da fantasia. Ele sorriu em resposta à minha exasperação. Já não era então apenas um garoto. Era um homem sem rosto, sem feições, capaz de emprestar a si qualquer semblante humano. Em verdade, sequer era um homem: era o retrocesso histórico, um buraco negro do universo brasileiro que devoraria toda uma geração com a violência dos sem caráter. Anos mais tarde, eu viria a saber que aquele menino misterioso era Luís Inácio Lula da Silva. Ele havia saído do interior de Pernambuco num pau de arara com sua mãe e irmãos para se dirigir à São Paulo, onde o seu pai morava, e assim dar início à sua escalada ao poder. Jamais me esquecerei deste dia.

Chegar aos 74 anos no Brasil não é fácil, mas uma das benesses de se estar vivo há tanto tempo é que você deixa de criar expectativas com relação à humanidade e encara o pior não como um tormento, mas como uma necessidade histórica. A história é o fluxo inconsciente da humanidade e os mecanismos pelos quais os seus acontecimentos se dão estão fora da possibilidade de compreensão racional, ainda que o seu estudo, com efeito, permita uma compreensão mais ampla da vida. E embora sejam os acadêmicos aqueles que escrevem a história, são as inúmeras e insondáveis ocasiões e coincidências, jamais registradas, entre homens e circunstâncias, o que a define de fato. A história é o rastro do destino e nós, recitou Shakespeare, ''somos os bobos do tempo''.

Observando a chegada de Lula e sua corte ao poder, uma verdadeira comitiva do mal que sequestrou o país, percebo que minha mãe tinha razão quando disse que o mal muitas vezes nos guia com eficiência para o caminho do bem. É verdade que o país está aparelhado até a raiz pelo governo, com a miséria estrategicamente transformada em votos, e com comunistas pretendendo ser paladinos do capitalismo, mas é também verdade que nunca se viu uma época em que o brasileiro estivesse tão descontente com o arranjo das coisas. Logo o brasileiro, este ser historicamente atávico, conformado e acima de tudo desinformado, hoje não se conforma com as notícias que lê diariamente.

Se hoje a grei de Lula está no poder é para que nós entendamos que o PT é uma quadrilha que surrupia dinheiro, verdades, valores e direitos, dividindo a sociedade brasileira em guetos sociais para multiplicar o seu poder que é financiado pela farsa do assistencialismo. Se Dilma foi reeleita é porque assim deve ser para que a ilusão petista se desfaça por completo. Assim deve ser para que os cidadãos brasileiros comecem a perceber que os socialistas são essencialmente ladrões do bem alheio, que os conselhos populares são uma fraude populista, que as empresas estatais são colmeias de zangões estéreis que se lambuzam com o mel público e que assistencialismo é o voto de cabresto do século XXI. Afinal, prezado leitor que ainda me acompanha, o que poderia fazer o senador Aécio Neves em quatro anos senão pagar por uma dívida que ele não contraiu e, no fim, ser culpado por um crime que não cometeu? Mais quatro anos de Dilma Rousseff é tudo o que o Brasil precisa para que o PT se destrua por completo. Infelizmente, o país será igualmente arruinado, mas, como a fênix lendária, renascerá das cinzas e baterá as asas com a força de quem aprendeu com a sua própria história.

O Brasil está prestes a acordar de um pesadelo corrupto, que se prolonga desde a independência, e que atingiu o seu cume populista na última década e é graças ao menino sem rosto que cruzou o meu caminho há mais de 60 anos que o país vê uma possibilidade de se reencontrar consigo mesmo de uma vez por todas. É graças a ele que novamente sinto uma exasperação em minha alma, como as que me acometeram na juventude, onde um palpite instintivo me diz que não tardará para que o PT seja enviado para as sombras, junto do homem sem rosto, ao lado do seu séquito de farsantes, dando lugar à luz de um novo tempo que urge em nascer''.

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Aline Sanches – “Estado da Alma”

Galeria de Arte Fernando Vignoli



  
A artista Aline Sanches fará apresentação de suas obras de arte dia 27 de novembro, na galeria – Vignoli Fine Art. Inspirada por seus trabalhos feitos nas telas, Aline passou a explorar também o mundo da moda, unindo duas paixões em uma só.
Aline afirma que desde pequena sempre gostou de pintar e era também amante da moda, o que explica a junção das duas áreas para produzir seus trabalhos com muita criatividade e talento. Seguindo o padrão feito nos quadros, a artista estampou nas roupas aspectos modernos e inovadores, criando tendências.
Aline ficou bastante tempo na Itália e lá se formou pelo Instituto de moda Mara Scalon e se especializou no Instituto Europeu de Design, participando de trabalhos importantes no meio artístico.
Depois de expor em países da Europa e ser destaque em arte na Itália, Aline volta ao Brasil, trazendo com ela a exposição “Estado da Alma”. É a primeira vez que a estilista e artista expõe seu trabalho na cidade.
Durante a exposição, Aline estará na galeria para falar sobre o trabalho, interagindo com os convidados. Faz parte da mostra as telas e roupas criadas por Aline.


Sobre a artista:

Aline Sanches, artista e estilista famosa por suas inovações e talento em ambas as áreas nasceu em Minas Gerais.
Foi para a Itália estudar no Instituto de moda Mara Scalon e, ainda aluna, convidada a participar de uma seleção de artistas emergentes no circuito de Gallerista no Le Méridien Turin Art + Tech, um espaço de arte contemporânea.
Recebeu o primeiro prêmio de Creativita e Originalita Libra ArtParty 2009. A artista se especializou no IED, Instituto Europeu de Design. Fez parte dos quinhentos artistas selecionados a participar da Paratíssima, considerado o evento mais importante de arte da Europa.

- Biennale  LUXURY ART Italian and foreign contemporary  Art  Museo Altes Dampfbad   Baden Baden 2013
- Bienal    A LED Art Light design Fondazione AEM Dell'Energia  Milano
- Bienal Torino Museo MIIT 2013
- Bienal Edizione Itália -Museo MIIT  Torino 2013
- Bienal Edizione Mondo - kunstleforum -Bonn 2013
- Bienal International of Contemporary Art  zhou Brodther Art Center Chicago I.B.C.A  2013  "obras in carvão "
- Escultura em manequins para a mostra Libra Concerti 2013. Primeira apresentação no castelo Filantoio Rosso Cuneo. Segunda apresentação no evento "The Look Of The Year 2013.

Serviço:
Exposição: Estado da Alma – Aline Sanches
Dia: 27/11/2014 – Quinta-feira
Hora: 19h às 22h
Local: Vignoli Fine Art
Rua Rio de Janeiro, 1930
Belo Horizonte – MG

Telefone: (31) 3327-2702

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Corruptos tentam banalizar a corrupção

Caro leitor, qual foi a última vez que você subornou um funcionário público para obter vantagens pessoais? Quando, nos últimos meses, você ofereceu propina para fechar negócios com estatais? Quantas vezes esse ano você fez acordos com doleiros para mandar dinheiro ilegal para fora do país? Nenhuma?
Então não caia nessa ladainha de que “todos fazem”, pois isso simplesmente não é verdade. A marca registrada do lulopetismo, além da magnitude nunca antes vista de corrupção, é sua insistência em nivelar sempre por baixo. A quem interessa acusar todos de safados, senão aos próprios safados? Somente um canalha alega que a canalhice é universal.
editorial do GLOBO de hoje está excelente e bate justamente nessa tecla. Primeiro, lembra que o PT não roubou “apenas”, e sim montou um esquema de desvios para seu projeto de poder. Segundo, rejeita a ideia de que isso é o que “todos fazem”, uma tentativa abjeta de banalizar as práticas mais nefastas de nossa democracia. Diz o jornal:
À luz do mensalão e, agora, do petrolão, pode-se dizer, dentro de uma perspectiva histórica, que não é por mera coincidência que, em doze anos de lulopetismo no Planalto, construiu-se o mais articulado e amplo esquema de corrupção na máquina pública de que se tem notícia, a fim de drenar dinheiro de estatais para financiar um projeto de poder.
[...]
Lulopetistas costumam defender o partido, desde a descoberta do mensalão, em 2005, com a surrada justificativa de que “todos fazem”. É a escapatória da banalização do crime, para tentar reduzir sua gravidade. A própria candidata Dilma Rousseff escorregou na campanha da reeleição ao dizer que há corruptos em todos os lugares. Fez lembrar o presidente Lula, na histórica entrevista em Paris, depois que o então aliado Roberto Jefferson (PTB-RJ) denunciou o mensalão, quando afirmou que o PT fez o que todo partido fazia.
[...]
Pois agora, no petrolão, Mario Oliveira Filho, advogado de Fernando Soares, o “Fernando Baiano”, acusado de operar — verbo usado em sentido malicioso no submundo da política —na Petrobras, em nome do PMDB, segue na trilha da banalização e diz que não se consegue obra pública sem propinas. Tenta-se jogar areia nos olhos da opinião pública. Não há uma corrupção aceitável e outra reprovável. Há o crime de malversação do dinheiro público a ser investigado e punido. Os casos do mensalão e petrolão — delinquências de mesma célula-tronco — mostram um padrão de drenagem do dinheiro do contribuinte. São malhas tecidas entre partidos e políticos, estatais, empreiteiras, empresas públicas, sindicalistas e, conforme mostrou o GLOBO no fim de semana, fundos de pensão de empresas públicas, tudo numa dimensão jamais vista no submundo da política brasileira, tendo como objetivo estratégico um projeto de perpetuação no poder. É claro, com os inexoráveis desvios feitos para enriquecimento particular. Afinal, a carne é fraca.
O que o PT e seus comparsas fizeram foi ameaçar o nosso estado democrático de direito, numa tentativa sórdida de se comprar o Legislativo para governar somente do Executivo, com votos obtidos por medidas populistas. Ou seja, um projeto demagogo e autoritário típico do chavismo, que ainda deixou um rastro de milionários corruptos no caminho.
Aceitar que isso é algo que “todos fazem” é absurdo! Como se não bastasse o estrago feito em nossas instituições e nossa economia com essa roubalheira toda, o PT causa estrago ainda maior em nossos valores éticos e morais, ao realizar uma campanha ridícula de banalização da corrupção. Como se o Brasil todo fosse formado por quadrilheiros! Como se fosse a coisa mais normal do mundo aparelhar estatais com uma máfia para desvio de recursos!
Sorte nossa que ainda temos instituições republicanas independentes funcionando com vigor. Era o que os mafiosos não esperavam. E o que pode nos salvar deles…
Rodrigo Constantino

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Prosa, com Trussardi


Jorge Papazoglu, empresário franqueado da grife de enxovais Trussardi em Belo Horizonte, foi o anfitrião do encontro que reuniu, no final de outubro, um grupo de profissionais de arquitetura e decoração para o evento Prosa com Trussardi no espaço gourmet Bouquet Garni.

O diretor de Estilo da marca, Albertro Codonho conquistou a atenção dos convidados ao proferir interessante e rápida palestra sobre a nova coleção de cama e banho.

A Chef Agnes preparou delicioso jantar temático e também interagiu agradavelmente com os gourmands. Fotos de Bárbara Dutra.
Valéria Alves,Jorge Papazoglu e Andréa Buratto
Andrea Buratto, Agnes Farkasvolgyi e Germana Giannetti
Cioli Stancioli e Valéria Alves
Jorge Papazoglu, Gustavo e Danielle Bellini
José Alberto Figueiredo e Christianne Taranto
Margiany Camilo, ALberto Codonho e Luba Bertú
Lígia Jardim, Fernanda Sperb, Andrea Buratto, Jorge Papazoglu, Rodrigo Aguiar,
Juliana Boechat e Germanna Giannetti
Patrícia Nicácio e Germana Giannetti

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Política, feministas e Dilma, na visão de Pondé.


Como o humor sempre serviu para a crítica e a política, o filósofo Luiz Felipe Pondé comenta se o Brasil ficou divertido ou chato demais com a reeleição de Dilma Rousseff. No "Direto ao Ponto" com Joice Hasselmann, o escritor fala sobre política, as relações entre homens e mulheres, independência da mídia e o "bolivarismo", que é uma forma de autoritarismo que parece que não é". Entre no site Veja.

sábado, 25 de outubro de 2014

Contos de Passagem, maravilhoso



A escritora Maria Lúcia Simões lança o seu mais recente livro: Contos de Passagem, que está maravilhoso, no dia 29 de outubro, às 20h na Academia Mineira de Letras, no auditório Vivaldi Moreira, à Rua da Bahia, 1466 - Lourdes, BH. O livro tem a apresentação da escritora Yeda Prates Bernis.



segunda-feira, 13 de outubro de 2014

A Igreja Católica e os gays - Um documento correto e bemvindo

por Reinaldo Azevedo
Veja.com 13/10/2014 às 16:10

“Os homossexuais têm dons e qualidades a oferecer à comunidade cristã? Seremos capazes de acolher essas pessoas, garantindo a elas um espaço maior em nossas comunidades? Muitas vezes, elas desejam encontrar uma igreja que ofereça um lar acolhedor. Serão nossas comunidades capazes de proporcionar isso, aceitando e valorizando sua orientação sexual, sem fazer concessões na doutrina católica sobre família e matrimônio?”

Essas indagações — que trazem em si a resposta — estão no documento que reflete os debates da primeira semana da assembleia extraordinária do Sínodo sobre a Família, que reúne 200 bispos no Vaticano e que tem como relator o cardeal húngaro Péter Erdo, de 62 anos, que frequentou a lista dos papáveis.

À diferença do que se diz por aí, não se trata ainda de um documento oficial do Vaticano, mas é evidente que se prenuncia uma mudança de tom muito bem-vinda da Igreja em relação aos homossexuais. É claro que eles têm dons e qualidades a oferecer à comunidade cristã. A Igreja pode continuar com suas posições doutrinárias sobre a organização da família — idealmente formada por heterossexuais casados — sem que, por isso, segregue os gays e, por exemplo, os heterossexuais que constituíram uma nova união.

Vocês conhecem muito bem a minha opinião a respeito. Ninguém é gay por escolha ou opção. Também não se trata de doença original ou de comportamento. Uma parcela de indivíduos de quase todas as espécies complexas conhecidas se sente atraída por outros  do mesmo sexo. E ponto. Não há nada a fazer a respeito. Igrejas são organizações sociais, compostas por seus membros, e fazem suas escolhas. Prefiro que o catolicismo inclua em vez de excluir; abrace em vez de rejeitar, sem que, para isso, precise abrir mão de sua doutrina. 

Na esfera puramente civil, defendo o casamento gay e a adoção de crianças por pares homossexuais, desde que tenham condições psicológicas e financeiras para isso — mas faço a mesma exigência aos casais heterossexuais. Isso não me alinha com o que chamo “sindicalismo gay”, cuja pauta militante contempla kits nas escolas com proselitismo sobre orientação sexual, a aprovação da chamada lei anti-homofobia — essencialmente um equívoco — e patrulha meio fascistoide de combate à chamada “heteronormatividade”, uma bobajada que supõe, no fundo, que a prevalência da heterossexualidade no mundo é só uma questão cultural. Obviamente, não é. 

Sei que é uma opinião sujeita a patrulhas as mais diversas. A linha de frente da militância gay acusa de “homofóbico” qualquer um que não adote a sua pauta. Para piorar, seres politicamente primitivos como uma Luciana Genro, por exemplo, pegam carona na causa e confundem o autoritarismo esquerdopata com a causa dos homossexuais. Alguém já viu esta senhora criticar a tirania cubana, onde gays são encarcerados só por serem gays? É claro que não! Se tiverem alguma curiosidade, procurem saber o que se deu com o bom escritor Reinado Arenas, narrada no filme “Antes do Anoitecer”, dirigido por Julian Schnabel. Gente como Luciana se alinha com a causa homossexual apenas porque considera que ela se opõe “à direita”. Querem outro exemplo? Sabem qual foi a principal acusação que o delinquente Nicolás Maduro, o ditador venezuelano, fez a seu opositor, Henrique Capriles? A de que ele é gay. As esquerdas ficaram caladas. 

Da mesma sorte, noto que a questão gay leva alguns ultraconservadores a babar de ódio, como se o mundo vivesse sob uma terrível ameaça. Isso é bobagem. A ameaça que há hoje nos países livres é contra a liberdade de opinião e expressão, isto sim. Cada minoria organizada tende a transformar seus valores particulares em imposições universais, tentando calar quem pensa de modo diverso. Reitero: tal ameaça só existe no mundo livre. Nas tiranias, por óbvio, não. Afinal, tiranias são. De novo, lembro a tal Luciana. Segundo ela, Levy Fidelix deveria ser algemado de um programa apenas porque se disse contrário ao casamento gay. Ela gosta é de ditadura, não de homossexuais.

Não acho que a comunidade cristã — e comunidade nenhuma — tenha algo a ganhar segregando os homossexuais porque homossexuais. E será dispensável lembrar aqui a contribuição de indivíduos nessa condição ao campo da ciência e das artes — inclusive cristãs. E sabem por que é dispensável? Porque não deixa de ser também uma forma de preconceito. Os gays têm o direito à felicidade ainda que não tenham nenhum talento especial, como não tem, aliás, a maioria dos heterossexuais. Os gays têm, em suma, o direito à normalidade. 

Por enquanto, o que se tem é um documento prévio do Sínodo. Espero que se torne um documento abrigado por toda a Igreja Católica.

domingo, 12 de outubro de 2014

Civilizar é preciso.

por Dora Kramer
Estadão/ Política  12/10/2104 

Não é bem verdade que o eleitor goste de debates programáticos. Depende dos debates e dos programas. Se for aquela coisa repetitiva sobre números que ninguém confere e questões fora do alcance dos comuns, realmente a coisa fica maçante. Despertam mais atenção desempenhos de nanicos histriônicos ou de candidatos que, livres das armaduras dos marqueteiros, falam a linguagem normal das pessoas.
Mas se for um bom embate conduzido por quem entende do riscado e não se deixa levar por truques nem se satisfaz com perguntas sem respostas, aí há uma chance de se substituir comparações estéreis entre governos passados, bate-bocas grosseiros e manipulações toscas por um confronto produtivo capaz de levar o eleitor a se decidir pelo melhor. Isso inclui não apenas os candidatos Dilma Rousseff e Aécio Neves, mas também seus apoiadores de maior visibilidade e experiência de governo comprovada. No caso presente há dois ex-presidentes da República no jogo.
Seria de todo útil, por exemplo, se Luiz Inácio da Silva e Fernando Henrique Cardoso aceitassem trocar algo mais que ironias por intermédio da imprensa. Poderiam se sentar frente a frente e abordar todos os temas pertinentes ao interesse nacional. Uma discussão mais elevada e politizada que essa posta a partir da distorção que Lula fez de uma fala de FH.
O tucano externou uma constatação sobre o mapa do resultado do primeiro turno dizendo que o PT cresceu nos grotões onde se concentra o eleitorado com menos escolaridade e menor renda. O petista reagiu dizendo que o adversário havia qualificado os nordestinos como ignorantes e desinformados.
Na tréplica, Fernando Henrique apontou que Lula estava querendo transformar uma categoria do IBGE em insulto e que "daqui a pouco só será ouvido em programas humorísticos". FH fez sociologia onde caberia um pouco mais de prudência política e Lula exercitou sua arte de se apropriar da palavra do outro para criar antagonismos ao seu gosto.
Agora são os pobres e os nordestinos. Como se não houvesse pobres e nordestinos em São Paulo, onde o PT colheu seu mais retumbante fracasso. O partido pôs o mote do preconceito na mesa e saiu acusando o oponente de ser preconceituoso. Estabelece a divisão para em seguida dizer que o adversário quer dividir o País.
O truque é tão ultrapassado e deletério quanto as carcomidas práticas da "velha política" da qual faz parte a manipulação marqueteira que explora dicotomias como essas de pobres contra ricos, sudeste contra nordeste, escolarizados contra iletrados e por aí afora.
Nessa eleição, o que o PT não quer discutir é o fato notório de que a maior parte de seu eleitorado é de dependentes de programas assistenciais. Isso leva o partido a ter clientela e, portanto, à necessidade de mantê-la fiel, necessitada e agradecida.
Na reforma da política caberia um item indispensável: o início do processo civilizatório das campanhas eleitorais. Não precisam ser maçantes, exclusivamente programáticas. Elas podem ser emocionantes, incluir ataques e atacantes. Não necessariamente primitivos e trapaceiros.
Valor do passe. Marina saiu da eleição, mas a eleição não saiu de Marina, como se vê pelas exigências a conta-gotas para apoiar o tucano Aécio Neves. Dá a impressão de querer prolongar os momentos de protagonista vividos no primeiro turno.
Quanto mais o tempo passa, menos valorizado fica o apoio de Marina, uma vez que o eleitorado, conforme demonstram as primeiras pesquisas, já vai se definindo independentemente da posição dos partidos e dos políticos. De ávido por uma palavra da ex-senadora no início da semana passada, o tucano chegou à sexta-feira dizendo que ela ficasse à vontade quanto ao momento e a conveniência de se definir.
Observação  Marina Silva declarou o seu apoio a Aécio Neves, há uma hora.

domingo, 21 de setembro de 2014

Nova loja da Abatjour de Arte apresenta Reinvenção

A empresária Adriana Vasconcelos, expert na arte de receber brilhou na inauguração de sua Abatjour de Arte, na última terça-feira, 16 de setembro. O coquetel contou com a presença de aproximadamente 400 convidados, sendo eles amigos, clientes, arquitetos, decoradores e artistas. Fazendo as honras da casa juntamente com Adriana a arquiteta e sócia Natália esbanjavam simpatia e profissionalismo.

Os clientes recebem um brinde especial, a exposição “REINVENÇÃO” – olhar criativo de quinze expressivos designers e suas atuações no campo da moda, arquitetura, gastronomia e artes plásticas – Andrea Gomes, Camila Faria, Cristiano Sá Motta, Daniela Karam, Fernanda Santiago, Fernando Pacheco, Fernando Vignoli, Graça Ottoni, Gustavo Penna, Isabela Vecci, Martielo Toledo, Miriam Quick Doll, Pedro Lázaro, Rodrigo Cezário, Victor Dzenk.  Luminárias foram customizadas por esses profissionais, espelhando a personalidade de cada um. As peças serão comercializadas durante a mostra e a renda obtida será generosamente revertida para programa social. A exposição tem como curador Marcelo Brasiliense e se estende até 17 de outubro.


A nova Abatjour de Arte está agora num belíssimo imóvel tombado, datado da década de 50, no bairro Sion. Vale a pena conferir! Fotos J. Urias

Abatjour de ArteRua Califórnia, 150 – próximo a Av. Uruguai – Sion Exposição “REINVENÇÃO”: até 17 de outubroabatjour@abatjourdearte.com.br   


Adriana e Natália entre os artistas
Ana Paula Luchesi, Anaine Pitchon, Graziela Nicolai
Angela Roldão, Micheliny Martins
Beatriz Siqueira, Valéria Leão, Luciana Catão
Eduarda Correa e Laura Rabe
Eloi Oliveira, Natália Vasconcelos e Dirceu Oliveira
José Alberto Figueiredo, Beth Marquez, Dante Lapertosa
Josette Davis, Laura Rabe, Rosangela Brandão
Natália Vasconcelos e Adriana Vasconcelos