sábado, 16 de agosto de 2014

"Não creio nas bruxas, mas elas existem!"

Pelo sim, pelo não, vamos torcer para que o vidente acerte, pois será muito bom para o Brasil ficar livre do PT!

 
Notem que ele não fala o nome de Eduardo Campo, mas de Marina e do pernambucano...Será?

Momo foi cenário de celebração

A confeitaria Momo foi o local escolhido por Albertina Moura, para que os amigos de David Faria, celebrassem o aniversário do jovem advogado que no dia exato, escolheu estar no Chile.
Estefânia Meireles, Pedro Paulo Souza, Poliana Oliveira e Luna Rezende
O aniversariante, David Faria e amigos que cantavam a tradicional "Parabéns para você!"
David Faria com Suzely Ortênzio, Maria Elvira Sales Ferreira e Albertina Moura
Yukari Hamada e Ábia Botelho Serra e Silva
Maria Elvira e a também aniversariante da noite, Nara Ferraz

Médico e empresário realizou sonho de ter próprio hospital!


Nascido no interior de Minas –Santana de Pirapama– e criado numa fazenda, José Salvador Silva tinha um sonho desde a infância: ter seu próprio hospital. Há 34 anos, abriu o Mater Dei, em Belo Horizonte. Hoje com 83 anos, continua à frente dos negócios.
"Doutor Salvador", como é conhecido, dedicou 60 anos à medicina. Fez 20 mil partos e chegou a atender quatro mulheres de gerações diferentes da mesma família. Há dois meses, seu hospital inaugurou uma nova unidade, construída sob sua supervisão. Recusou as tentativas de compra que recebeu de grandes companhias. "Sonho não tem preço", diz ele.
Apaixonado por literatura e biografias ("histórias das quais se aproveite algo"), ele diz que está preparado para morrer, "mas não para ficar cego".
O médico e empresário mineiro José Salvador Silva, no Hospital Mater Dei, que fundou, em Belo Horizonte
Minha tia morreu de parto, a primeira mulher de papai morreu de parto, a primeira mulher do meu sogro morreu de parto. Naquela época, isso marcava muito as famílias e pode ter me influenciado.
Sempre fui sonhador, idealista e tive o sonho de ser médico, fazer um hospital, com atendimento humanizado.
Mas nunca imaginei que pudesse ser um tão grande assim.
Como não tinha parentes em Belo Horizonte, fui quando criança para um colégio interno para onde iam os meninos mais bagunceiros.

Sofri muito, me ironizavam porque eu era um capiauzão [caipira].

Talvez ali tenha aprendido a lutar e enfrentar as dificuldades da vida. Tem uma frase do Nietzsche de que eu gosto muito: aquilo que não te destrói te torna mais forte.

Depois, fiz o ginásio e mamãe já estava em Belo Horizonte com meu irmão -papai ficou na fazenda. Me preparei para o vestibular de medicina na UFMG e passei de primeira.

Quando me formei, trabalhava dia e noite em vários hospitais de Belo Horizonte.
Descobri que, na vida, para conseguir realizar um sonho maior, precisa de três coisas: primeiro, trabalho; segundo, trabalho; e terceiro, trabalho.

Eu fiz isso pra valer.

Dormi uma média de quatro horas por noite durante mais de 30 anos.

O primeiro parto foi em 1953, por aí. Era menino. A mãe era uma pessoa muito humilde e resolveu colocar o meu nome no filho.

O hospital municipal atendia pessoas muito pobres. Eu atendia tão bem lá que depois as principais indicações que me mandavam no consultório particular vinham daquelas mulheres simples.

Vinham as patroas.

Há famílias em que eu fui médico de quatro gerações. E, desde então, fiz mais de 20 mil partos.

Fiquei 12 anos sem tirar férias. Era plantão o tempo todo. Minha mulher, Norma, também é médica e entendia.

Fizemos faculdade juntos e tivemos quatro filhos. Só o Renato não é médico.
Eles sempre viram uma dedicação tão grande da minha parte e da Norma que é por isso que são ginecologistas.

Mas nunca deixei a família de lado.

SONHO COM PÉ NO CHÃO
Minha vida era uma loucura, mas todo dia na hora do almoço nós estávamos juntos. Mesmo trabalhando muito, sempre estive perto deles.

Procuro sonhar com a cabeça lá em cima, mas com os pés na terra, vendo o que é possível e viável.

Temos a maior clínica ginecológica de Belo Horizonte, mas, com honorário médico, jamais conseguiria fazer o Mater Dei. Imaginei que tinha de ter outra atividade lucrativa. E foi a construção civil que possibilitou que o Mater Dei existisse.

Inauguramos o hospital em 1980. Começou pequeno, com oito andares e 150 leitos. Em junho deste ano, inauguramos o novo hospital.

Belo Horizonte tem um deficit de leitos, então decidimos ampliar. Nosso pronto-socorro novo é cinco vezes maior que o primeiro.

Os filhos foram muito bem preparados. Hoje, posso morrer que o hospital vai continuar muito bem com eles.

LITERATURA
Estou pronto para morrer, mas não para ficar cego. Ler é uma das coisas de que eu mais gosto. Nunca tomei um comprimido para dormir.

Se eu perco o sono, eu levanto, leio um pouco e aí durmo muito melhor. Gosto de boa literatura e de biografias, que trazem uma história de que se possa tirar proveito.

O Mater Dei cresceu, evoluiu e algumas vezes apareceu gente querendo comprar. Sabe qual foi minha resposta? Vocês não têm dinheiro para pagar. Eles riem na minha cara. Falam que eu estou dizendo bobagem, que eu não sei o quanto eles têm.

É que um sonho não tem preço. Não há dinheiro que pague. Teve muita renúncia. Acho que aquele menino que sonhava ser médico hoje falaria: valeu a pena.
É o que disse Fernando Pessoa: tudo vale a pena se a alma não é pequena. Se o sonho não é pequeno. (Leia a matéria no site da Folha)


sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Onodera Estética promove o lançamento Maximus

Onodera Estética
Lançamento Maximus
O lounge da Pizzaria 68 foi o local perfeito para o evento que a clínica Onodera Estética, que está localizada à Rua Conde de Linhares, 326, na Cidade Jardim, ofereceu para apresentação do mais novo aparelho para tratamento facial – Maximus – que melhora o contorno do rosto e rejuvenesce a pele.

O evento contou com a palestra da jornalista e blogueira Cris Guerra que deu um show na apresentação, abordando o tema: moda e autoestima. Clientes, amigos e muitas mulheraes elegantes, bonitas, e antenadas com a beleza passaram por lá. A noite foi regada a muito champanhe.

Marina Diniz e Janaína Rodrigues, que já administram a clínica há um ano e meio na capital mineira, comemoram o sucesso e apostam neste novo serviço para agregar aos tantos outros que a clínica oferece. Fotos Liliane Silva.
Cris Guerra e Mabel Garcia 
Marta Guerra, Jader Kalid e Eveline Buzatti
Alexandra Medrado e Consuelo Greco

Simone Mota, Agda Costa e Ana Maria Melo

Maria Tereza Lisboa e Jusfara Penedo
Angela Campelo e Marina Diniz
Regina Elisabeth Ferraz e Cristina Dayrel
Andrea Buratto e Ana Lúcia Cabral
Marta Barbosa e Suzana Salinas

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Charme e animação marcaram a inauguração da Music Produções

O coquetel de lançamento da Music Produções dos sócios Carlo Dee, Maurício Lobato e Daniela Madureira movimentou o bairro Belvedere esta semana. Parceiros de eventos, cerimonialistas, Djs e amigos a noite foi das mais agradáveis e se estendeu até altas horas. Destaque para a apresentação da banda Bossa 3, Dj Vavá além do belo serviço do buffet Club do Chef e drinks do Mais Bartenders! Fotos de Cacá Lanari.
Alessandra Dias, Daniela Nadureira e Josi Fiuza
Cláudia Cavalcanti, Walter Garcia e Kívia Cury
Cris Gontijo, Carlo Dee e Ana Vilela
Maurício Lobato, Daniela Madureira e Carlos Dee
Amélia Ávila e Daniela Bicalho
Daniela Madureira e Pedro Lobo

terça-feira, 29 de julho de 2014

Music Produções

Lançamento & Apresentação 

Nesta terça-feira, 29 de julho, o coquetel de lançamento e apresentação da Music Produções.

Os sócios Carlo Dee, Maurício Lobato e Daniela Madureira estão juntos para oferecer ao mercado uma nova opção de negócio especializado em agenciamento de bandas, grupos, DJs, etc.

A Empresa/Studio está confortavelmente instalada numa bela casa no bairro Belvedere. Nesse nobre endereço, os sócios apresentarão aos clientes as melhores opções para as diferentes festas que acontecem em Belo Horizonte e qualquer outra cidade do Brasil.

Os empresários tem grande relacionamento pessoal e a Music Produções nasce com agenda cheia, envolvida em grandes comemorações.

Fazem parte do casting de atrações da Music: os DJs – Carlo Dee, Leandro Rallo, Mauricio Lobato, Pedro Sabie e Vavá; as bandas, grupos e duplas – Bossa 3, Jazz´n Coffee, Labanca & Banda, Magic Boys, MC Yuri BH, Ricardo e Daniel e Virô Samba.

Apresentação dos Artistas

DJ Carlo Dee
Com 18 anos de carreira, o DJ Carlo Dee iniciou sua trajetória comandando as pick-ups das principais casas noturnas mineiras, e hoje é um dos mais reconhecidos e requisitados profissionais da música para festas de casamento, quinze anos, formaturas, boates, empresariais e eventos em geral.
O "queridinho das noivas", viaja pelo país com seu trabalho, muito valorizado pelo estilo eclético e contemporâneo e pela capacidade de decifrar o que os convidados querem ouvir na pista de dança.
Carlo Dee se tornou referência no mercado, porque, segundo ele, música é vida e através dela, lembranças e momentos ficam eternizados. Conheça mais sobre o DJ. Baixe o seu aplicativo, sets especiais, vídeos, fotos e CDs, apenas procurando por Carlo Dee na Apple Store. 

DJ Leandro Rallo
Amante da House Music e suas variações, Leandro Rallo começou sua carreira de DJ tocando nos principais desfiles e lançamentos de coleções de marcas importantes. Não demorou muito para que as melhores casas noturnas e promoters das festas mais badaladas do país notassem seu feeling de pista e técnica apurada. Foi residente do Bailinho e da Terça em Movimento, festas que marcaram a vida social carioca.
Os primeiros casamentos, aniversários e quinze anos surgiram através dos amigos e amantes do seu som. O reconhecimento do mercado veio decorrente do sucesso nas pistas. Leandro Rallo possui um repertório muito abrangente e personalizado e está sempre à busca por novidades. Ele é residente do Club Privilege desde 2004, Speciali desde 2012 e das festas Adidas Spirit que rodam o Brasil.

DJ Maurício Lobato
Com mais de vinte anos de experiência como DJ, Maurício Lobato se destaca pelo refinado repertório, mixagens longas e bem elaboradas e uma técnica apurada, sendo presença garantida no line-up de grandes festas em Minas e pelo Brasil. Dentre elas destaca-se o disputadíssimo reveillon de Henrique Alves Pinto na ilha do empresário em Angra dos Reis. Inaugurou e foi DJ residente das principais casas noturnas de BH.
Caracterizado pelo vasto conhecimento musical e seleção de repertório impecável, suas influências vêm da Disco Music dos anos 70, do Funk Groove dos anos 80 bem como do Jazz e da Soul Music.  Mas seu sucesso no corporativo e também no social com casamentos, aniversários e festas de quinze anos deve-se ao talento em captar o perfil do evento e do cliente adaptando seu som perfeitamente. Maurício tem domínio sobre a pista como poucos.

DJ Pedro Sabie
Fã desde pequeno de lendas como Stevie Wonder, Diana Ross, Michael Jackson e Barry White, o paulista Pedro Sabie sempre foi muito ligado à musica de qualidade, comprando e colecionando discos já em sua infância. A carreira de DJ começou cedo. Aos 15 anos comprou seu primeiro equipamento e arriscou suas primeiras mixadas em festas de amigos e eventos. Iniciou sua carreira profissional tendo DJs como Carl Cox e Roger Sanchez como referência e logo se tornou queridinho da moda desenvolvendo desfiles para grandes marcas.
Já se apresentou nas melhores boates de São Paulo como a Disco, Mynt, Pink Elephant e atualmente é um dos residentes da noite de quinta no Numero, reduto dos paulistas descolados. Alguns marcos na sua carreira: Festa de 10 anos da Disco,  participação no Rio Music Conference 2011 e no programa Na Balada da Jovem Pan. O boca a boca então encaminhou o DJ Pedro Sabie para os eventos sociais e logo vários pedidos para se apresentar em casamentos e quinze anos começaram a surgir. Seu feeling de pista nato com um repertório abrangente e muito house music fino encantam os clientes. Está presente nas melhores festas de São Paulo e agora também em Belo Horizonte.

DJ Vavá
Sócio e DJ residente do NYX, casa eleita a melhor para paquerar e se divertir de BH em 2012 e 2013 – Revista Encontro, Vavá é o responsável pelo Baile da Saudade, festa conhecida pela qualidade musical com diversos estilos em uma mesma noite.
Figura conhecida na noite e no social, é um DJ experiente que não se prende a um só estilo, sempre construindo um set dinâmico e focado única e exclusivamente na pista. Muito requisitado para casamentos, quinze anos e eventos empresariais, tem passagens por casas noturnas e festas de diferentes perfis como a Level Pic, Club.e, Ciao CIao, W, Clube MTV, NaSala, Chalezinho, Secreto, Axé Brasil, Junina Chevals, dentre outras consagradas. No ramo empresarial Vavá é habitué em festas de fim de ano de empresas como Banco do Brasil, Vale, LG, Samsung e Itau. Seu lema é: “Meu som é o que a pista quer, seja o que for”.

Bossa 3
O grupo "Bossa 3" é garantia de elegância e bom gosto. Gustavo Rozental, Bruno de Oliveira e Pedro Ramalho são músicos com carreiras independentes que resolveram se unir executando as mais belas canções da bossa nova, do clube da esquina e internacionais.
O formato enxuto – baixo acústico, violão, bateria e três vozes – é perfeito para a compreensão dos ricos arranjos que o trio prepara. O grupo apresenta um trabalho elegante e moderno, proporcionando a completa satisfação dos clientes, assessorando-os na escolha da trilha de seus eventos.

Jazz'n Coffee A ideia de formar a banda Jazz'n Coffee surgiu durante as aulas de prática em conjunto de jaz da Pró-Music, escola de música Márcio Durães. Nestas aulas, os músicos da banda, também professores, ensinavam técnicas de improvisação, desenvolvendo com os alunos um repertório de standards clássicos do jazz. A identificação entre os músicos e o repertório resultou em uma combinação saborosa que, desde 2003, se apresenta nas principais casas de música do gênero, casamentos, eventos sociais e corporativos com uma receita que mistura clássicos do jazz e releituras com arranjos próprios e solos inspirados. A banda é comporta pelos músicos: Márcios Durães - vocal, Christiano Caldas - teclado, Yan Vasconcelos - baixo acústico e Bo Hilbert - bateria.

Labanca & Banda
Labanca iniciou sua carreira no jazz, descoberta em um concurso de novos talentos do gênero em 2010 e foi a vencedora na categoria ‘voto popular’ com votação recorde. A cantora e compositora traz músicas de sua autoria no seu repertório. Sua voz marcante e sua performance no palco – é atriz formada pelo Grupo Galpão – são seus pontos fortes. Há três anos apresenta-se no circuito SP-RJ-BH com casas lotadas e prepara-se para a gravação do seu primeiro CD, com influências do pop, indie e jazz. Entre os principais festivais onde se apresentou estão o BH Jazz 2010, Jazz à Mineira (RJ), Festival Internacional Tudo é Jazz 2012 (Ouro Preto/MG) e no   BH Dance Festival, que trouxe o DJ Fat Boy Slim à BH – eventos que reuniram milhares de pessoas. Também é destaque em eventos sociais, principalmente em casamentos, com um repertório bem atual.

Magic Boys
Alegria e dança! Essa é a melhor definição para a equipe Magic Boys. O Animador e coreógrafo China juntamente com os rapazes do Magic Boys fazem uma animação alucinante e muito interativa com os convidados e anfitriões das festas!
Movimentos dançantes de fácil assimilação e repertórios desenvolvidos caracteristicamente para cada evento em parceria com o DJ da festa tornam cada apresentação única. Atração nota mil para os amantes de uma boa pista de dança!

MC Yuri BH
Com apenas 15 anos o MC YURI BH é um fenômeno nacional. Seus vídeos alcançaram a marca de mais de 40 milhões de acessos no You Tube e suas músicas como "O Crime Não Presta" e "Sirene da Escola" constam entre as cinco mais pedidas em diversas rádios pelo país.
Tornou-se sensação nos eventos sociais porque possui um repertório bastante abrangente com um mix criterioso de músicas autorais e de outros artistas com diferentes vertentes musicais. Seu show é super animado e com muita interação. Talento e carisma são marcas registradas que transformaram o garoto pobre em um fenômeno do Funk Consciente. Seu recorde de público aconteceu recentemente em Viçosa com 45 mil presentes!

Ricardo e Daniel
Com 15 anos de atuação no meio artístico sertanejo, os irmãos Ricardo e Daniel possuem apuradíssima técnica, qualidade vocal e um show animadíssimo. O diferencial é que ambos cantam, tanto na primeira quanto na segunda voz. A banda que acompanha os irmãos é composta por músicos de excelência e no repertório constam músicas autorais, de artistas consagrados no cenário do sertanejo nacional e também o sertanejo universitário. Já atuaram nas melhores casas de show do país e hoje, além de se apresentarem em pólos do sertanejo como Goiânia, fazem parte do casting da Woods, uma das mais conceituadas casas de sertanejo do Brasil.

Virô Samba
Durante um bate papo de boteco regado a violão e pandeiro entre o vocalista Zé Mauro com amigos também músicos, surgiu a vibe de montar uma banda unindo o rock, samba e outros genêros. Daí surgiu o Virô Samba, que já no seu primeiro show, causou uma reação muito forte junto ao publico, dando força para uma sequência que se tornou sucesso por onde passa.
O repertorio inclui o melhor do rock internacional, rock nacional, sertanejo, axé, pagode, além de algumas pérolas do samba e bossa nova. O ritmo do início ao fim é o samba. O carisma de Zé Mauro, acompanhado por músicos de primeira qualidade, do rock e samba, apresentam um repertório pra ninguém ficar parado e cantar do inicio ao fim.

Serviço

Music ProduçõesCoquetel: Dia 29/07 – 19hRua Prof. Sylvio Barbosa, 124 – Belvedere(31) 3567.7445Belo Horizonte - MGcontato@musicproducoes.com.br

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Dilma consegue o inédito: a possibilidade de reeleição é que é vista como risco de instabilidade

10/07/2014
 às 22:42 Veja.com

Dilma Roussef (Foto reprodução/ Internet)

Por Reinaldo Azevedo

A presidente Dilma Rousseff (PT) está logrando um feito verdadeiramente inédito. Nunca antes na história deste país, a possibilidade de reeleição do governo de turno gerou turbulências no mercado. Acontecia justamente o contrário: era a perspectiva de mudança que gerava intranquilidade. Negociantes, no melhor sentido da palavra, aceitam correr riscos, sim. Mas gostam de regras — e de regras conhecidas. A suspeita de que qualquer coisa pode acontecer e de que tudo é possível tem preço — para baixo.

Em 1994 e 1998, quem despertava temores no mercado era o PT de Lula, que perdeu as duas disputas no primeiro turno. A reeleição das forças governistas representava estabilidade. Em 2002, a possibilidade de o petista vencer a disputa custou caro ao país. A especulação passou a comer solta, a inflação disparou, e o país teve de recorrer ao FMI — uma solução negociada com os companheiros, diga-se. Por quê?
Mesmo com a “Carta ao Povo Brasileiro”, em que o partido prometia seguir as regras de mercado, respeitar contratos e não dar calote em ninguém, havia uma grande e justificada desconfiança. Afinal, o PT passara 21 anos prometendo intervir na economia com mão forte — e não se descartava calote por lá nem da dívida interna nem da externa. Antonio Palocci se encarregou de evidenciar, no primeiro ano de sua gestão, que aquela conversão à realidade era para valer. A tensão passou.
Nas eleições de 2006 e 2010, esse era um não assunto. Vencesse Dilma, Alckmin ou Serra, ninguém antevia grandes problemas pela frente. Aliás, se vocês recuperarem o noticiário da disputa em 2010, encontrarão alguns cretinos, fingindo-se de fundamentalistas de mercado, mas atuando como esbirros do PT, a falar, creiam, de um tal “risco Serra”.
Ou por outra: nas disputas de 1994, 1998, 2002, 2006 e 2010, o governismo nunca foi encarado como risco pelo mercado. Ela era sempre a solução — porque, reitero, os agentes econômicos preferem a certeza de turbulência às incertezas da escuridão.
Nesta quinta, acreditem, o mercado reagiu bem à derrota da Seleção Brasileira para a Alemanha por 7 a 1 porque considerou que isso eleva a possibilidade de Dilma perder a eleição. A Bolsa no Brasil se descolou do mercado internacional, que teve um mau dia: no fim da sessão, o Ibovespa fechou em alta de 1,79%, aos 54.592,75 pontos, maior patamar desde 20 de junho (54.638,19 pontos).
E olhem que o Ibovespa resistiu até a indicadores ruins. Segundo o IBGE, a produção industrial recuou em sete dos 14 locais pesquisados de abril para maio. Os destaques foram as retrações verificadas no Amazonas (-9,7%), Bahia (-6,8%) e Região Nordeste (-4,5%).
Nunca antes na história “destepaiz”, a possibilidade de reeleição do governo foi encarada como um risco.
Por Reinaldo Azevedo

Copa tem 'vencedores e perdedores' também na economia

Ruth Costas
Da BBC Brasil en São Paulo
Atualizado em 11 de julho, 2014-05:02 (Brasília) 08:02 GMT

Governo prometeu que evento teria grande impacto em termos de renda e emprego

Quando a última bola rolar em campo, neste domingo, a Copa do Mundo terá deixado vencedores e perdedores também na economia.


pesar das promessas do governo de que o evento geraria milhares de empregos e ajuAdaria a impulsionar a economia, ainda não está claro qual será seu impacto geral nesta área.
Consultorias sondadas pela BBC Brasil, como a Tendência e a Capital Economics preveem um efeito nulo ou insignificante sobre o PIB.

Mas se o saldo total do torneio ainda é incerto, está cada vez mais evidente que alguns setores devem comemorar a "taça"das vendas, enquanto outros amargarão resultados mais fracos.

Entre os mais beneficiados, segundo o economista Juan Jensen, da Tendências, estão negócios ligados a segmentos de lazer e turismo, como bares e os hotéis das cidades.
 Ver mais

Desemprego, estatísticas e manipulações



06/2014
Por Ricardo Amorim

Facebook, Twitter e outras redes sociais trouxeram coisas boas e ruins. Uma das mais convenientes é saber os assuntos que mais interessam. Recentemente, poucos temas geraram tanta inquietação e nenhum, tanta incompreensão, quanto nossos números de emprego. Quase todos sabem que a taxa de desemprego despencou e está entre as mais baixas do mundo e da História, mas você sabia que de cada 100 brasileiros em idade de trabalho, só 53 trabalham?

Isto mesmo. Pelos dados oficiais do IBGE, de cada 100 brasileiros em idade de trabalho, 53 trabalham, 3 procuram emprego e não encontram e 44 não trabalham, nem procuram emprego. Segundo a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), 5% estão desempregados nas 12 maiores regiões metropolitanas do país.

Só é considerado desempregado quem procura emprego e não encontra (3%) sobre o total dos que procuraram emprego (56%). Quem não procura (44%), tecnicamente não está desempregado. Esta não é uma manipulação estatística. O mesmo conceito vale no mundo todo. Porém, se a estatística não é manipulada, sua interpretação é. Baseado na baixa taxa de desemprego, o governo sugere que quase todos os brasileiros têm emprego. Na realidade, quase metade (47%) não tem e muitos estão subempregados – sem carteira assinada ou trabalhando menos do que gostariam. Basta uma hora semanal de trabalho assalariado para ser considerado empregado.

Excluindo-se empregados e desempregados, sobram os que só estudam, os aposentados, os pensionistas e os que não querem trabalhar, totalizando 44% da População em Idade Ativa (PIA). Na PME, a PIA considera todos acima de 10 anos. Quem tem menos de 18 anos não deveria trabalhar, mas paradoxalmente, incluí-los na PIA reduz a taxa de desemprego. Os poucos que trabalham aumentam o total de empregados, mas a quase totalidade dos que não trabalham não procura emprego. Por isso, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, também do IBGE, que mede o desemprego em 3,5 mil municípios entre os maiores de 15 anos, aponta uma taxa de 7%, contra 5% da PME. Considerando apenas quem tem de 18 a 65 anos, a taxa de desemprego seria ainda mais alta.

A porcentagem dos que trabalham em relação à PIA no Brasil (53%) é hoje menor do que na maioria dos países da Europa, onde as taxas de desemprego chegam a 5 vezes mais do que aqui.

Pior, o número de empregos tem caído. Nas maiores regiões metropolitanas, há hoje 142 mil empregos menos que há um ano. Por que o desemprego continua caindo, então? Porque mais gente desistiu de procurar emprego do que caiu o número de empregos.

Infelizmente, quem determina a geração de riqueza em um país é o total de pessoas trabalhando, não a taxa de desemprego. Com menos empregos, o crescimento tem sido pífio, mas com menos gente procurando emprego, o desemprego caiu.

Milhões de pessoas deixaram de buscar empregos nos últimos 10 anos por quatro razões. Temos, hoje, dois milhões de estudantes universitários a mais, o que é ótimo. Uma parte deles não trabalha nem busca emprego.

As outras três razões são negativas. A população brasileira está envelhecendo, reduzindo a parcela dos que trabalham e aumentando a dos aposentados. Há ainda os efeitos das políticas do governo. O Bolsa-Família melhora as condições de sobrevivência de milhões de famílias, mas em locais onde os salários são pouco superiores ao benefício, desestimula a busca por emprego. Desde 2004, o número de beneficiários subiu de 6,6 milhões para 14,1 milhões.

Por fim, há a expansão do prazo e valor do seguro-desemprego. Nos últimos 10 anos, o desemprego caiu de 13% para 5%, mas os gastos com abono e seguro desemprego subiram de R$13 bilhões para mais de R$45 bilhões. Quem recebe seguro desemprego e não busca emprego não é considerado desempregado na estatística. Com a ampliação do benefício, mais gente entrou neste grupo.

De um ano para cá, o mercado de trabalho piorou. Há menos empregos e quem procura demora mais para encontrar. Entre os novos empregados, a participação dos que encontraram emprego em menos de 6 meses caiu 8%; já a dos que levaram de 6 meses a um ano subiu 19% e a dos que levaram mais de um ano subiu 36%. Dificuldade em achar emprego leva alguns a deixarem de procurar, reduzindo a taxa desemprego. É o que tem acontecido.

Resumindo, criar condições para que o país volte a criar empregos e estimular os brasileiros a quereremtrabalhar serão dois dos maiores desafios dos próximos anos. (original:

quarta-feira, 25 de junho de 2014

AbatJour de Arte no Sion


O tradicional bairro Sion acaba de ganhar uma das mais elegantes lojas de decoração de Belo Horizonte: Abatjour de Arte. Isto mesmo, a Abatjour de Arte, da empresária Adriana Vasconcelos, deixa a Savassi após 25 anos e se instala numa belíssima casa construída na década de cinquenta. O novo espaço está ainda mais cheio de charme e conta também com uma galeria que fica anexa ao imóvel principal possibilitando mostras diversas. Mantendo o pioneirismo nos produtos de marcas nacionais e internacionais, a Abatjour de Arte passa também a assinar e fabricar  peças autorais e exclusivas com a marca AVL. Vale uma visita para conferir!
Empresária Adriana Vasconcelos

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Revista 100 Fronteiras nos 100 anos de Foz do Iguaçu

Este é o mês em que chega a vez de Foz do Iguaçu ganhar mais um dígito em sua história, assim como aconteceu em janeiro, com a nossa “menina”. A Revista 100 Fronteiras, ao longo de suas mais de cem edições, reuniu em uma publicação histórica os 100 anos de biografia da cidade. São fatos, personagens e desenvolvimentos que marcaram o caminhar do município centenário.in e Thiziana Vieira, juntamente com o sócio Valdecir Muller, apresentam um novo momento Santa lolla para Foz do Iguaçu

Santa Lolla - A capa da edição histórica da Revista 100 Fronteiras apresenta a marca Santa Lolla, que traz à cidade a sofisticação em sapatos, bolsas e acessórios. As empresárias e sócias Audrew Rafgnin, Gabriela Zittel Rafagn.
Papo Sério -  O diretor-geral da Itaipu, Jorge Miguel Samek, esteve na redação da Revista 100 Fronteiras, onde levantou as questões que tangem a Itaipu e o seu tratado e afirmou: “...terminar de pagar a usina em 2023 não muda; o território de Foz não termina na mata ciliar de Itaipu”.
Foz do Passado -  Nesse caderno você poderá conferir o resgate dos primeiros passos da história de Foz do Iguaçu, os nomes que fizeram a diferença no município e o desenvolvimento da cidade baseado em seus ciclos econômicos.
Foz do Presente -  Você já parou para observar as características do município? Sabia que ele vai muito além de ser cosmopolita e a Terra das Cataratas? Foz traz uma bagagem de destaque entre as tríplices fronteiras até emplacar como roteiro na Copa do Mundo de 2014.
Foz do Futuro -  O Diálogos 100 Fronteiras, promovido pela Revista 100 Fronteiras, trouxe como tema de debate: “A Foz do Iguaçu do Futuro”. Diferentes assuntos foram abordados no ciclo de palestras, que apresentou os caminhos para o futuro da cidade centenária. As apresentações do evento já estão disponíveis no www.portal100fronteiras.com. Esse é mais um presente da revista mais premiada do Paraná para Foz do Iguaçu no seu centenário.
Convênios - Visando a dar força ao conteúdo e a levar até você, leitor, as últimas informações e tendências de mercado, no mês de maio a Revista 100 Fronteiras firmou parcerias importantes com o Sindicato de Hotéis, Bares, Restaurantes e Similares (Sindhotéis), Associação de Arquitetos, Agrônomos e Engenheiros de Foz do Iguaçu (AEFI) e Ordem dos Advogados do Brasil em Foz do Iguaçu (OAB).

Iguaçuense desde o seu princípio, a Revista 100 Fronteiras tem em sua essência a busca por levar adiante a história de Foz do Iguaçu. Caminhando lado a lado com a cidade, não poupa esforços quando o assunto é apresentar uma cidade que poucos conhecem, voltada para os iguaçuenses, sejam eles de nascimento ou coração. Por isso, esta edição especial é mais um dos diversos presentes e homenagens que a revista vem destinando ao município desde junho de 2013. Parabéns, Foz do Iguaçu!

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Expo MEME de Angela Geo no Museu Inimá de Paula

 A exposição está sendo exibida de terça a sábado, das 10h às 19h e domingo das 12h às 19h. 

Prestigiadíssimo coquetel marcou a vernissage em que a artista plástica Angela Geo apresenta ao público seu mais recente trabalho intitulado MEME, no Museu Inimá de Paula.

Extremamente elaborada e colorida e exposição permite interatividade com os visitantes que podem, também, desenhar e assistir ao divertido vídeo em que a artista fala sobre o seu trabalho, dirigido, produzido e editado por Patrice Thomaz.

Partindo do conceito de meme, um termo grego que significa imitação e no mundo virtual da internet, refere-se a um fenômeno em que uma pessoa, uma imagem, um vídeo, uma frase, uma música, um hashtag, um blog ou outros tipos de dados, alcançam muita popularidade entre os usuários, através da propagação.

Interpretanto os MEMES em seu conceito científico e filosófico sobre a reprodução viral do conhecimento, Angela Geo apresenta suas grafias simbólicas em apoteóticos desenhos e telas.

Mineira de Belo Horizonte, Angela Geo se destaca pela sua sensibilidade múltipla. Com estilo experimentalista, navegou por diversas técnicas artísticas, entre o desenho, pintura e o design de jóias e utilitários. Na arte dos registros literários, produziu, até a presente data, mais de 300 livros distintos, onde cada página é uma obra de arte singular. Seus trabalhos já percorreram diversas galerias do país,  e internacionalmente ficou famosa quando realizou uma exposição no World Trade Center Toronto, Canadá.

A exposição contou, em sua organização, com a participação ativa da jovem marchand, Virgínia Geoque estréia no mundo nacional das artes e que pretende levar a exposição para outras cidades e que se declara satisfeita com o resultado imediato de seu trabalho com a artista. Fotos de Simone Morais

Flávio e Angela Geo
Rita Gontijo, Celma Alvim e Viviane Trindade
Raquel Lima, Eliane Perreiras e Alexandre Abreuvalle
Suzely Ortênzio, Célia Pinto Coelho, primeirda dama de Minas; Virgínia Geo e Leila Abdala Geo
Marcelo Abi-Sader, Letícia Nelson de Senna, Eduardo Nelson de Senna e Wilson Frade Filho
Manoel Hagen, Elis Taves, Eliane Parreiras, Secretária de Estado da Cultura e Leopoldo Mendes
Hogenério e Heloisa Aline
Marcelo Abi-Sader, Marial Elvira Salles Ferreira e Luiza Miranda
A marchand Virgínia Geo entre Rogério Zola Santiago e Manoel Hagen
Lilian Geo, Maria Eduarda Geo, Isabel Santos e Célia Pinto Coelho
Carolina Campos, Patrice Thomaz, que dirigiu, editou e produziu o vídeo exibido na exposição
Leila Abdala Geo, Anna Paola Frade Pimenta da Veiga e Maria Elvira Salles Ferreira
Rodrigo, Lara, Angela, Márcia, Guy e Lívia Geo
Angela Geo entre as irmãs Yamara e Yasmine Costa
Fátima Pequeno Costa e Matheus Menezes
Nestor de Oliveira e Rosi Mattos
Flávio e Márcia Geo com a voneca Cloé Disse e Alex Dario

terça-feira, 3 de junho de 2014

A jornalista Gigi Accioly é a nova diretora de divulgação da Soamar/AL

Na tarde de 29 de maio foi confirmada a nova diretoria da Sociedade Amigos da Marinha – Soamar/AL, em votação na Capitania dos Portos de Alagoas


Entre os nomes da diretoria da chapa “Almirante de Esquadra Carlos Auto de Andrade”, o nome da jornalista e soamarina Gigi Accioly foi aprovado, como diretora de divulgação, para o biênio 2014-2016.

“O trabalho sério do presidente (reeleito) da Soamar/AL, Eduardo Auto Guimarães e de seus pares de diretoria precisa de visibilidade para consolidar, cada vez mais, perante a sociedade, as ações e o compromisso da Sociedade Amigos da Marinha com a Marinha do Brasil”, afirma a jornalista.

Com a missão de divulgar e difundir essas ações, a soamarina, jornalista Gigi Accioly terá sucesso em seu trabalho por ser muito respeitada e admirada nos meios social, empresarial e da classe de jornalistas e colunistas em todo o Brasil. 

A sociedade Amigos da Marinha foi criada em 1972, na cidade de Santos(SP), com estímulo e apoio do Almirante-de-Esquadra, Maximiano Eduardo da Silva Fonseca, quando Ministro da Marinha. 

A instituição tem como principal finalidade congregar personalidades e instituições abalizadas com a "Medalha Amigo da Marinha", ou condecorados pela Marinha do Brasil, e ainda, oficiais da Marinha do Brasil da ativa ou reserva.

Em Alagoas, a Sociedade Amigos da Marinha foi fundada em 28 de setembro de 1988, e, atualmente, reúne setenta e cinco associados.

sábado, 3 de maio de 2014

Do Oriente ao Ocidente

Um show que atravessa o tempo e os continentes!

Raya Hilal, cantora francesa, que inicia em BH sua turnê pelo Brasil, apresentou-se, no dia 2 de maio, na Sala Juvenal Dias, Palácio das Artes. Aplaudidíssima, contou com a participação dos presentes.
Raya Hilal e o trio: Rodrigo Lana, piano; Frederico Heliodoro, baixo e Luciano Silva, percusão oriental
Um show que revive os grandes clássicos do mundo com releituras inéditas. Descobre o encontro das melodias francesas e árabes com o charme da bossa nova, blues, jazz entre outros. Ela interpreta músicas de Edith Piaf, Beatles, Tom Jobim e da cantora libanesa Fayrouz e outros artistas consagrados, promovendo uma viagem musical.

Próximas apresentações de Raya em Belo Horizonte:
Dia 16 de maio, às 20h30 no Teatro Alterosa à Av. Assis Chateaubriand, 499
Dia 20 de maio, as 20h30 no CIne Brasil - Teatro da Câmara.

terça-feira, 29 de abril de 2014

Detalhes de um olhar!

O coquetel de abertura da exposição “Detalhes de um olhar” da fotógrafa Márcia Charnizon, foi um sucesso! O local não poderia ter sido mais apropriado, as belas fotografias de Charnizon casaram harmoniosamente com o estilo neoclássico do Museu de Artes e Ofícios.
O evento idealizado pela marca de enxovais Trussardi, produzido pela Noveau de Paulo Rossi e Letícia Bhering reuniu artistas, imprensa, convidados e algumas das noivas fotografadas. Estavam presentes Francisco Melo, diretor geral da Trussardi, Alberto Codonho, diretor de estilo da marca e Jorge Papazoglu franqueado da marca em Belo Horizonte.
A mostra reuniu pela primeira vez 38 fotografias de noivas em detalhes e ângulos únicos. Fotos: Thiago Santos e Lucas Dias

Aaron e Gilda Dicker, Márcia Charnizon, Norma Catão e Cláudia Dicker
Cristiane Gonzales, Márcia Charnizon, Ana Luiza Firmato, Isabela Morgan e Daniela Charnizon
Francisco Melo, Jorge Papazoglu, Márcia CHarnizon e Alberto Codonho 
Jô Martins

Laura Henriques e Márcia Charnizon
Daniela, Márcia e Ana Charnizon
Márcia Charnizon e Nathan Roenbaum