sexta-feira, 11 de julho de 2014

Dilma consegue o inédito: a possibilidade de reeleição é que é vista como risco de instabilidade

10/07/2014
 às 22:42 Veja.com

Dilma Roussef (Foto reprodução/ Internet)

Por Reinaldo Azevedo

A presidente Dilma Rousseff (PT) está logrando um feito verdadeiramente inédito. Nunca antes na história deste país, a possibilidade de reeleição do governo de turno gerou turbulências no mercado. Acontecia justamente o contrário: era a perspectiva de mudança que gerava intranquilidade. Negociantes, no melhor sentido da palavra, aceitam correr riscos, sim. Mas gostam de regras — e de regras conhecidas. A suspeita de que qualquer coisa pode acontecer e de que tudo é possível tem preço — para baixo.

Em 1994 e 1998, quem despertava temores no mercado era o PT de Lula, que perdeu as duas disputas no primeiro turno. A reeleição das forças governistas representava estabilidade. Em 2002, a possibilidade de o petista vencer a disputa custou caro ao país. A especulação passou a comer solta, a inflação disparou, e o país teve de recorrer ao FMI — uma solução negociada com os companheiros, diga-se. Por quê?
Mesmo com a “Carta ao Povo Brasileiro”, em que o partido prometia seguir as regras de mercado, respeitar contratos e não dar calote em ninguém, havia uma grande e justificada desconfiança. Afinal, o PT passara 21 anos prometendo intervir na economia com mão forte — e não se descartava calote por lá nem da dívida interna nem da externa. Antonio Palocci se encarregou de evidenciar, no primeiro ano de sua gestão, que aquela conversão à realidade era para valer. A tensão passou.
Nas eleições de 2006 e 2010, esse era um não assunto. Vencesse Dilma, Alckmin ou Serra, ninguém antevia grandes problemas pela frente. Aliás, se vocês recuperarem o noticiário da disputa em 2010, encontrarão alguns cretinos, fingindo-se de fundamentalistas de mercado, mas atuando como esbirros do PT, a falar, creiam, de um tal “risco Serra”.
Ou por outra: nas disputas de 1994, 1998, 2002, 2006 e 2010, o governismo nunca foi encarado como risco pelo mercado. Ela era sempre a solução — porque, reitero, os agentes econômicos preferem a certeza de turbulência às incertezas da escuridão.
Nesta quinta, acreditem, o mercado reagiu bem à derrota da Seleção Brasileira para a Alemanha por 7 a 1 porque considerou que isso eleva a possibilidade de Dilma perder a eleição. A Bolsa no Brasil se descolou do mercado internacional, que teve um mau dia: no fim da sessão, o Ibovespa fechou em alta de 1,79%, aos 54.592,75 pontos, maior patamar desde 20 de junho (54.638,19 pontos).
E olhem que o Ibovespa resistiu até a indicadores ruins. Segundo o IBGE, a produção industrial recuou em sete dos 14 locais pesquisados de abril para maio. Os destaques foram as retrações verificadas no Amazonas (-9,7%), Bahia (-6,8%) e Região Nordeste (-4,5%).
Nunca antes na história “destepaiz”, a possibilidade de reeleição do governo foi encarada como um risco.
Por Reinaldo Azevedo

Copa tem 'vencedores e perdedores' também na economia

Ruth Costas
Da BBC Brasil en São Paulo
Atualizado em 11 de julho, 2014-05:02 (Brasília) 08:02 GMT

Governo prometeu que evento teria grande impacto em termos de renda e emprego

Quando a última bola rolar em campo, neste domingo, a Copa do Mundo terá deixado vencedores e perdedores também na economia.


pesar das promessas do governo de que o evento geraria milhares de empregos e ajuAdaria a impulsionar a economia, ainda não está claro qual será seu impacto geral nesta área.
Consultorias sondadas pela BBC Brasil, como a Tendência e a Capital Economics preveem um efeito nulo ou insignificante sobre o PIB.

Mas se o saldo total do torneio ainda é incerto, está cada vez mais evidente que alguns setores devem comemorar a "taça"das vendas, enquanto outros amargarão resultados mais fracos.

Entre os mais beneficiados, segundo o economista Juan Jensen, da Tendências, estão negócios ligados a segmentos de lazer e turismo, como bares e os hotéis das cidades.
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Desemprego, estatísticas e manipulações



06/2014
Por Ricardo Amorim

Facebook, Twitter e outras redes sociais trouxeram coisas boas e ruins. Uma das mais convenientes é saber os assuntos que mais interessam. Recentemente, poucos temas geraram tanta inquietação e nenhum, tanta incompreensão, quanto nossos números de emprego. Quase todos sabem que a taxa de desemprego despencou e está entre as mais baixas do mundo e da História, mas você sabia que de cada 100 brasileiros em idade de trabalho, só 53 trabalham?

Isto mesmo. Pelos dados oficiais do IBGE, de cada 100 brasileiros em idade de trabalho, 53 trabalham, 3 procuram emprego e não encontram e 44 não trabalham, nem procuram emprego. Segundo a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), 5% estão desempregados nas 12 maiores regiões metropolitanas do país.

Só é considerado desempregado quem procura emprego e não encontra (3%) sobre o total dos que procuraram emprego (56%). Quem não procura (44%), tecnicamente não está desempregado. Esta não é uma manipulação estatística. O mesmo conceito vale no mundo todo. Porém, se a estatística não é manipulada, sua interpretação é. Baseado na baixa taxa de desemprego, o governo sugere que quase todos os brasileiros têm emprego. Na realidade, quase metade (47%) não tem e muitos estão subempregados – sem carteira assinada ou trabalhando menos do que gostariam. Basta uma hora semanal de trabalho assalariado para ser considerado empregado.

Excluindo-se empregados e desempregados, sobram os que só estudam, os aposentados, os pensionistas e os que não querem trabalhar, totalizando 44% da População em Idade Ativa (PIA). Na PME, a PIA considera todos acima de 10 anos. Quem tem menos de 18 anos não deveria trabalhar, mas paradoxalmente, incluí-los na PIA reduz a taxa de desemprego. Os poucos que trabalham aumentam o total de empregados, mas a quase totalidade dos que não trabalham não procura emprego. Por isso, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, também do IBGE, que mede o desemprego em 3,5 mil municípios entre os maiores de 15 anos, aponta uma taxa de 7%, contra 5% da PME. Considerando apenas quem tem de 18 a 65 anos, a taxa de desemprego seria ainda mais alta.

A porcentagem dos que trabalham em relação à PIA no Brasil (53%) é hoje menor do que na maioria dos países da Europa, onde as taxas de desemprego chegam a 5 vezes mais do que aqui.

Pior, o número de empregos tem caído. Nas maiores regiões metropolitanas, há hoje 142 mil empregos menos que há um ano. Por que o desemprego continua caindo, então? Porque mais gente desistiu de procurar emprego do que caiu o número de empregos.

Infelizmente, quem determina a geração de riqueza em um país é o total de pessoas trabalhando, não a taxa de desemprego. Com menos empregos, o crescimento tem sido pífio, mas com menos gente procurando emprego, o desemprego caiu.

Milhões de pessoas deixaram de buscar empregos nos últimos 10 anos por quatro razões. Temos, hoje, dois milhões de estudantes universitários a mais, o que é ótimo. Uma parte deles não trabalha nem busca emprego.

As outras três razões são negativas. A população brasileira está envelhecendo, reduzindo a parcela dos que trabalham e aumentando a dos aposentados. Há ainda os efeitos das políticas do governo. O Bolsa-Família melhora as condições de sobrevivência de milhões de famílias, mas em locais onde os salários são pouco superiores ao benefício, desestimula a busca por emprego. Desde 2004, o número de beneficiários subiu de 6,6 milhões para 14,1 milhões.

Por fim, há a expansão do prazo e valor do seguro-desemprego. Nos últimos 10 anos, o desemprego caiu de 13% para 5%, mas os gastos com abono e seguro desemprego subiram de R$13 bilhões para mais de R$45 bilhões. Quem recebe seguro desemprego e não busca emprego não é considerado desempregado na estatística. Com a ampliação do benefício, mais gente entrou neste grupo.

De um ano para cá, o mercado de trabalho piorou. Há menos empregos e quem procura demora mais para encontrar. Entre os novos empregados, a participação dos que encontraram emprego em menos de 6 meses caiu 8%; já a dos que levaram de 6 meses a um ano subiu 19% e a dos que levaram mais de um ano subiu 36%. Dificuldade em achar emprego leva alguns a deixarem de procurar, reduzindo a taxa desemprego. É o que tem acontecido.

Resumindo, criar condições para que o país volte a criar empregos e estimular os brasileiros a quereremtrabalhar serão dois dos maiores desafios dos próximos anos. (original:

quarta-feira, 25 de junho de 2014

AbatJour de Arte no Sion


O tradicional bairro Sion acaba de ganhar uma das mais elegantes lojas de decoração de Belo Horizonte: Abatjour de Arte. Isto mesmo, a Abatjour de Arte, da empresária Adriana Vasconcelos, deixa a Savassi após 25 anos e se instala numa belíssima casa construída na década de cinquenta. O novo espaço está ainda mais cheio de charme e conta também com uma galeria que fica anexa ao imóvel principal possibilitando mostras diversas. Mantendo o pioneirismo nos produtos de marcas nacionais e internacionais, a Abatjour de Arte passa também a assinar e fabricar  peças autorais e exclusivas com a marca AVL. Vale uma visita para conferir!
Empresária Adriana Vasconcelos

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Revista 100 Fronteiras nos 100 anos de Foz do Iguaçu

Este é o mês em que chega a vez de Foz do Iguaçu ganhar mais um dígito em sua história, assim como aconteceu em janeiro, com a nossa “menina”. A Revista 100 Fronteiras, ao longo de suas mais de cem edições, reuniu em uma publicação histórica os 100 anos de biografia da cidade. São fatos, personagens e desenvolvimentos que marcaram o caminhar do município centenário.in e Thiziana Vieira, juntamente com o sócio Valdecir Muller, apresentam um novo momento Santa lolla para Foz do Iguaçu

Santa Lolla - A capa da edição histórica da Revista 100 Fronteiras apresenta a marca Santa Lolla, que traz à cidade a sofisticação em sapatos, bolsas e acessórios. As empresárias e sócias Audrew Rafgnin, Gabriela Zittel Rafagn.
Papo Sério -  O diretor-geral da Itaipu, Jorge Miguel Samek, esteve na redação da Revista 100 Fronteiras, onde levantou as questões que tangem a Itaipu e o seu tratado e afirmou: “...terminar de pagar a usina em 2023 não muda; o território de Foz não termina na mata ciliar de Itaipu”.
Foz do Passado -  Nesse caderno você poderá conferir o resgate dos primeiros passos da história de Foz do Iguaçu, os nomes que fizeram a diferença no município e o desenvolvimento da cidade baseado em seus ciclos econômicos.
Foz do Presente -  Você já parou para observar as características do município? Sabia que ele vai muito além de ser cosmopolita e a Terra das Cataratas? Foz traz uma bagagem de destaque entre as tríplices fronteiras até emplacar como roteiro na Copa do Mundo de 2014.
Foz do Futuro -  O Diálogos 100 Fronteiras, promovido pela Revista 100 Fronteiras, trouxe como tema de debate: “A Foz do Iguaçu do Futuro”. Diferentes assuntos foram abordados no ciclo de palestras, que apresentou os caminhos para o futuro da cidade centenária. As apresentações do evento já estão disponíveis no www.portal100fronteiras.com. Esse é mais um presente da revista mais premiada do Paraná para Foz do Iguaçu no seu centenário.
Convênios - Visando a dar força ao conteúdo e a levar até você, leitor, as últimas informações e tendências de mercado, no mês de maio a Revista 100 Fronteiras firmou parcerias importantes com o Sindicato de Hotéis, Bares, Restaurantes e Similares (Sindhotéis), Associação de Arquitetos, Agrônomos e Engenheiros de Foz do Iguaçu (AEFI) e Ordem dos Advogados do Brasil em Foz do Iguaçu (OAB).

Iguaçuense desde o seu princípio, a Revista 100 Fronteiras tem em sua essência a busca por levar adiante a história de Foz do Iguaçu. Caminhando lado a lado com a cidade, não poupa esforços quando o assunto é apresentar uma cidade que poucos conhecem, voltada para os iguaçuenses, sejam eles de nascimento ou coração. Por isso, esta edição especial é mais um dos diversos presentes e homenagens que a revista vem destinando ao município desde junho de 2013. Parabéns, Foz do Iguaçu!

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Expo MEME de Angela Geo no Museu Inimá de Paula

 A exposição está sendo exibida de terça a sábado, das 10h às 19h e domingo das 12h às 19h. 

Prestigiadíssimo coquetel marcou a vernissage em que a artista plástica Angela Geo apresenta ao público seu mais recente trabalho intitulado MEME, no Museu Inimá de Paula.

Extremamente elaborada e colorida e exposição permite interatividade com os visitantes que podem, também, desenhar e assistir ao divertido vídeo em que a artista fala sobre o seu trabalho, dirigido, produzido e editado por Patrice Thomaz.

Partindo do conceito de meme, um termo grego que significa imitação e no mundo virtual da internet, refere-se a um fenômeno em que uma pessoa, uma imagem, um vídeo, uma frase, uma música, um hashtag, um blog ou outros tipos de dados, alcançam muita popularidade entre os usuários, através da propagação.

Interpretanto os MEMES em seu conceito científico e filosófico sobre a reprodução viral do conhecimento, Angela Geo apresenta suas grafias simbólicas em apoteóticos desenhos e telas.

Mineira de Belo Horizonte, Angela Geo se destaca pela sua sensibilidade múltipla. Com estilo experimentalista, navegou por diversas técnicas artísticas, entre o desenho, pintura e o design de jóias e utilitários. Na arte dos registros literários, produziu, até a presente data, mais de 300 livros distintos, onde cada página é uma obra de arte singular. Seus trabalhos já percorreram diversas galerias do país,  e internacionalmente ficou famosa quando realizou uma exposição no World Trade Center Toronto, Canadá.

A exposição contou, em sua organização, com a participação ativa da jovem marchand, Virgínia Geoque estréia no mundo nacional das artes e que pretende levar a exposição para outras cidades e que se declara satisfeita com o resultado imediato de seu trabalho com a artista. Fotos de Simone Morais

Flávio e Angela Geo
Rita Gontijo, Celma Alvim e Viviane Trindade
Raquel Lima, Eliane Perreiras e Alexandre Abreuvalle
Suzely Ortênzio, Célia Pinto Coelho, primeirda dama de Minas; Virgínia Geo e Leila Abdala Geo
Marcelo Abi-Sader, Letícia Nelson de Senna, Eduardo Nelson de Senna e Wilson Frade Filho
Manoel Hagen, Elis Taves, Eliane Parreiras, Secretária de Estado da Cultura e Leopoldo Mendes
Hogenério e Heloisa Aline
Marcelo Abi-Sader, Marial Elvira Salles Ferreira e Luiza Miranda
A marchand Virgínia Geo entre Rogério Zola Santiago e Manoel Hagen
Lilian Geo, Maria Eduarda Geo, Isabel Santos e Célia Pinto Coelho
Carolina Campos, Patrice Thomaz, que dirigiu, editou e produziu o vídeo exibido na exposição
Leila Abdala Geo, Anna Paola Frade Pimenta da Veiga e Maria Elvira Salles Ferreira
Rodrigo, Lara, Angela, Márcia, Guy e Lívia Geo
Angela Geo entre as irmãs Yamara e Yasmine Costa
Fátima Pequeno Costa e Matheus Menezes
Nestor de Oliveira e Rosi Mattos
Flávio e Márcia Geo com a voneca Cloé Disse e Alex Dario

terça-feira, 3 de junho de 2014

A jornalista Gigi Accioly é a nova diretora de divulgação da Soamar/AL

Na tarde de 29 de maio foi confirmada a nova diretoria da Sociedade Amigos da Marinha – Soamar/AL, em votação na Capitania dos Portos de Alagoas


Entre os nomes da diretoria da chapa “Almirante de Esquadra Carlos Auto de Andrade”, o nome da jornalista e soamarina Gigi Accioly foi aprovado, como diretora de divulgação, para o biênio 2014-2016.

“O trabalho sério do presidente (reeleito) da Soamar/AL, Eduardo Auto Guimarães e de seus pares de diretoria precisa de visibilidade para consolidar, cada vez mais, perante a sociedade, as ações e o compromisso da Sociedade Amigos da Marinha com a Marinha do Brasil”, afirma a jornalista.

Com a missão de divulgar e difundir essas ações, a soamarina, jornalista Gigi Accioly terá sucesso em seu trabalho por ser muito respeitada e admirada nos meios social, empresarial e da classe de jornalistas e colunistas em todo o Brasil. 

A sociedade Amigos da Marinha foi criada em 1972, na cidade de Santos(SP), com estímulo e apoio do Almirante-de-Esquadra, Maximiano Eduardo da Silva Fonseca, quando Ministro da Marinha. 

A instituição tem como principal finalidade congregar personalidades e instituições abalizadas com a "Medalha Amigo da Marinha", ou condecorados pela Marinha do Brasil, e ainda, oficiais da Marinha do Brasil da ativa ou reserva.

Em Alagoas, a Sociedade Amigos da Marinha foi fundada em 28 de setembro de 1988, e, atualmente, reúne setenta e cinco associados.

sábado, 3 de maio de 2014

Do Oriente ao Ocidente

Um show que atravessa o tempo e os continentes!

Raya Hilal, cantora francesa, que inicia em BH sua turnê pelo Brasil, apresentou-se, no dia 2 de maio, na Sala Juvenal Dias, Palácio das Artes. Aplaudidíssima, contou com a participação dos presentes.
Raya Hilal e o trio: Rodrigo Lana, piano; Frederico Heliodoro, baixo e Luciano Silva, percusão oriental
Um show que revive os grandes clássicos do mundo com releituras inéditas. Descobre o encontro das melodias francesas e árabes com o charme da bossa nova, blues, jazz entre outros. Ela interpreta músicas de Edith Piaf, Beatles, Tom Jobim e da cantora libanesa Fayrouz e outros artistas consagrados, promovendo uma viagem musical.

Próximas apresentações de Raya em Belo Horizonte:
Dia 16 de maio, às 20h30 no Teatro Alterosa à Av. Assis Chateaubriand, 499
Dia 20 de maio, as 20h30 no CIne Brasil - Teatro da Câmara.

terça-feira, 29 de abril de 2014

Detalhes de um olhar!

O coquetel de abertura da exposição “Detalhes de um olhar” da fotógrafa Márcia Charnizon, foi um sucesso! O local não poderia ter sido mais apropriado, as belas fotografias de Charnizon casaram harmoniosamente com o estilo neoclássico do Museu de Artes e Ofícios.
O evento idealizado pela marca de enxovais Trussardi, produzido pela Noveau de Paulo Rossi e Letícia Bhering reuniu artistas, imprensa, convidados e algumas das noivas fotografadas. Estavam presentes Francisco Melo, diretor geral da Trussardi, Alberto Codonho, diretor de estilo da marca e Jorge Papazoglu franqueado da marca em Belo Horizonte.
A mostra reuniu pela primeira vez 38 fotografias de noivas em detalhes e ângulos únicos. Fotos: Thiago Santos e Lucas Dias

Aaron e Gilda Dicker, Márcia Charnizon, Norma Catão e Cláudia Dicker
Cristiane Gonzales, Márcia Charnizon, Ana Luiza Firmato, Isabela Morgan e Daniela Charnizon
Francisco Melo, Jorge Papazoglu, Márcia CHarnizon e Alberto Codonho 
Jô Martins

Laura Henriques e Márcia Charnizon
Daniela, Márcia e Ana Charnizon
Márcia Charnizon e Nathan Roenbaum

sábado, 5 de abril de 2014

Veja como vai ser o inverno Cantão!

Desde quarta-feira, dia dois, a nova coleção outono inverno da Cantão está disponível para as clientes de bom gosto! 

O outono/inverno da Cantão foi inaugurado com um coquetel na loja do BH Shopping. A empresária Luana Nabu Lopes Arantes recebeu clientes e muitos convidados vips do mailing super especial da promoter, Simone Arcuri, que puderam conferir de perto todas as novidades da estação. Isto sem contar com a participação super especial da artista, Manu Alves. “Jardins Urbanos” é o tema da nova estação quem vem recheada de estampas étnicas, animais, florais e com referências da natureza. Imperdível! Confira as fotos de Cacá Lanari.
A anfitriã, Luana Arantes entre Simony Esteves 

Equipe de vendas que aguarda sua visita!

Ana Lúcia Cabral
Camila Almeida e Cláudia Lopes
Luana Nabu Lopes Arantes, Thelminha Vescovix e Simone Arcuri
Mariana Vimieiro e Luana
Patrícia e Walter Arantes
Silvana Longo, Flávia Sá Fortes e Andréa Rocha
Walter Arantes, Jorge Papazoglu e Renato Arcuri
Serviço:

Cantão
BH Shopping
BR 356 - n. 3.049/ 3º Piso
Belvedere-Belo Horizonte MG
Telefone: (31)7811-7762

SF Comunicação
Rua Paraíba, 1317, sala 414.
Funcionários – Belo Horizonte – MG
Telefax: (31) 3223-0553

sábado, 29 de março de 2014

Para belgas, Petrobras fez extravagância em Pasadena

Folha de S. Paulo, 29/03/2014
Sócios na refinaria de Pasadena se referiam de forma pejorativa à estatal
Documentos mostram que diretores da Petrobras achavam que colegas da Astra tinham 'visão de curto prazo'

ISABEL FLECKENVIADA ESPECIAL A PASADENARAQUEL LANDIMDAVID FRIEDLANDERDE SÃO PAULO

Os executivos da Petrobras faziam muita "besteira", eram "extravagantes" nos gastos e qualquer decisão levava "10 vezes mais tempo que o necessário". Era assim que os belgas da Astra se referiam aos seus sócios brasileiros na refinaria de Pasadena, no Texas (EUA).
Os comentários pejorativos de Mike Winget, presidente da Astra, e seu diretor de operações, Terry Hammer, aparecem numa troca de e-mails com outras cinco pessoas da equipe, datada de 2 de novembro de 2007 e obtida pela Folha na Justiça do Texas.
Os diretores da Petrobras também não estavam nem um pouco satisfeitos com os colegas da Astra. Achavam que os belgas tinham "visão de curto prazo", demoravam a "reagir" aos problemas, e pensavam muito diferente da Petrobras, conforme documentos internos da empresa também dessa época.
Na ocasião, as duas companhias discutiam o próximo passo de um negócio que começou no ano anterior, quando a Petrobras comprou da Astra 50% da refinaria texana.
Essa operação é hoje uma das principais dores de cabeça da estatal, que acabou pagando US$ 1,18 bilhão por uma refinaria que anos antes os belgas tinham comprado por US$ 42 milhões.
O próximo passo era decidir se a Petrobras compraria a outra metade de Pasadena, obrigação prevista no contrato se os sócios brigassem. Os desentendimentos começaram logo depois da associação, quando a Petrobras passou a defender investimentos de até US$ 3 bilhões para duplicar a refinaria.
Os belgas não concordaram e depois de um ano de sociedade já discutiam como sair do negócio. Nos e-mails, trocados enquanto negociavam a venda dos outros 50% para a Petrobras, é perceptível que os executivos da Astra duvidavam que a estatal realmente toparia o negócio.
"Vamos presumir o pior cenário. Teremos que continuar com a sociedade e continuar nessa bagunça por mais um ano", disse Winget. "Precisamos nos preparar para uma guerra suja".
O presidente da Astra disse que "não ficaria surpreso se a Petrobras já tiver se dado conta que a refinaria não vale os US$ 650 milhões que eles sinalizaram".
SURPRESA
Um mês depois, Nestor Cerveró, diretor internacional da Petrobras, surpreendeu a direção da Astra com uma oferta ainda maior: US$ 700 milhões. Cerveró, que estava na BR Distribuidora, foi afastado do cargo depois que o caso de Pasadena voltou à tona.
Nas mensagens entre os belgas, fica implícito que ele era um interlocutor frequente, com quem a Astra "media o pulso" da situação. "Eles provavelmente estão sentindo o terreno... Vamos saber mais depois que o Nestor responder", disse Winget.
Com a proposta de Cerveró na mesa, os belgas acreditaram que tinham um acordo. Eles se afastaram do dia a dia e a Petrobras começou a fazer os investimentos que queria. Gastou US$ 200 milhões nas obras e a refinaria de Pasadena tomou um empréstimo de US$ 500 milhões com o banco BNP Paribas.
No começo de 2008, Cerveró encaminhou o negócio com os belgas para o conselho de administração da Petrobras. Quando ficou ciente de todos os detalhes, Dilma, que presidia o conselho, se recusou a fechar a compra.
A Petrobras, então, passou a exigir que a Astra injetasse dinheiro na refinaria e avalizasse mais um empréstimo. A briga foi parar na Justiça. Como o acordo original beneficiava os belgas, a estatal perdeu e foi forçada a fazer um dos negócios mais estranhos da sua história.

terça-feira, 25 de março de 2014

Humberto Inchausti expõe na Biblioteca Pública de Lagoa Santa.

A mostra “Círculo de Cabeças” está em cartaz até 28 de março na Biblioteca Pública Municipal Padre Agenor, 5º Andar, no Centro de Lagoa Santa.De segunda a sexta-feira, das 10h às 16h. Entrada franca. Imperdível!
Humberto Inchausti
Realização: Biblioteca Pública Padre Agenor
Secretaria Municipal de Educação
Apoio: Coletivo Mecenas

terça-feira, 18 de março de 2014

Mob Party3 da Arezzo no BH Shopping

Arezzo reúne Vips em BH
  
Linda e loira a modelo e apresentadora, Fernanda Lima foi a estrela da noite em que a Arezzo, do BH , lançou a nova coleção na Mob Party3 da Arezzo, em Belo Horizonte. Os franqueados Rubinho e Tuta Fonseca contaram também com as presenças super vips do presidente da marca, Alexandre Birman e a diretora de criação, Claúdia Narciso. Imprensa, fashionistas e convidados especiais, do mailing da promoter, Simone Arcuri, prestigiaram o evento.A nova coleção, que é estrelada por Fernanda Lima, segue várias tendências, nomeadas por: Safari Urbano, Fringe Fever, Metal Decó e Urban Detail. Muitas convidadas já saíram usando sapatos novos! Veja as fotos de Bárbara Dutra e Cacá Lanari. Irresistível!
Adriana Gribel, Graziela Nunes, Lilian Oliveira e Mariana Gribel
Antonella Costa e Luis Henrique Sampaio
Cláudia Narciso, Rubinho Fonseca, Fernanda Lima e Tuta Fonseca 
Fernanda Lima e Maria Paula Arcuri
Fernanda Lima, Cláudia Narciso e Francisco Duarte
Francisco Duarte e Cláudia Narciso


Izabela Drumond e Ludmila Araújo
Lucianne Missiaggia, Cida Feitosa e  Fernanda Bicalho
Mari Michalik, Fernanda Lima, Humberto Alves Pereira e Luciana Alves Pereira
Terezinha Santos e Mari Michalik
Serviço
Arezzo BH Shopping
Endereço: BR 356,3049 – Belvedere
Telefone 3286-2544